1. Irineia
    23/10/2009 18:49

    Boa tarde!
    Recentemente chegou ao meu conhecimento um fato que foi chocante para mim.
    O fato ocorre com um menino de 8 anos de pais separados de maneira complicada onde o pai sempre foi copnhecido entre os parentes mais intimos por seu comportamento "agressivo".
    Este menimo, em uma das vezes que retornou à casa da mãe depois de visitar o pai, relatou à mãe que o pai teve comportamento estranho.
    Segundo relato: "Papai estava dormindo e eu assistindo tv. Desliguei a tv e deitei para dormir. Senti que meu rolou por cima de mim, logo depois senti que ele se movimentava sobre mim de maneira estranha, comecei a ficar com medo. Achei que ele estava passando mal. Logo depois ele colocou as mãos na minha bunda e ficava esfregando devagar. Até que senti algo que me machucava." Segundo relato do menino o pai estava com seu órgão sexual ereto e apertava-o em suas perninhas.
    Fiquei horrorizada, afinal conheço a criança em questão e sua conduta nunca exemplar e carinhosa.
    A mãe desesperada foi ao consehlo tutelar da cidade realizar a denuncia para que tivesse justificativa para não permitir visitação do menino ao pai novamente, já que o próprio menino relatou medo de voltar a ficar a sós com o pai. A resposta do consehlo foi que eles não podiam fazer nada até que algo concreto acontecesse.
    No dia seguinte o pai da criança entrou em contato com a mãe novamente para avisar que queria ver o menino denovo. É óbvio que ela negou. A discussão se deu até que ela o acusou pelo que fez com o menino.
    Na mesma tarde o pai compareceu ao conselho tutelar onde entregaram o endereço da escola da criança, sem exigir documentos para confirmar o parentesco.
    Quando a mãe ficou sabendo, pediu para uma amiga ir buscar a criança antes que o pai tivesse chance de por as maos no menino.
    Diante da negligencia do conselho, a mãe foi até a delegacia dar queixa do ex-marido. No dia seguinte o mesmo retornou ao conselho com um advogado.
    Surpreendentemente a posição da assistente social que atendeu o caso, passou a ser a seguinte:
    " A senhora está exagerando, o pai dele só rolou por cima da criança porque estava dormindo"
    " A senhora pode muito bem manipular o menino para que ele fale estas coisas do pai".
    Gostaria de tentar entender o que houve?
    Qual seria o procedimento neste caso?
    Mensagem inadequada
  2. Francis Silva
    31/10/2009 16:33

    Neste caso a senhora deve ir imediatamente a delegacia e fazer um boletim de ocorrencia para exame de corpo de delito no seu filho, antes que aconteça o pior. er contrater um advogado imediatamente ou procure a defensoria publica de sua cidade
    Mensagem inadequada

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