Questão dificílima réu revel na ação de inestigação de paternidade.
5 comentários
-
Caio Picone
04/11/2009 00:09Esse é o seguinte caso:
- Ocorreu uma ação de investigação mde paternidade que a mulher moveu em face do homem que requeria a inestigação de paternidade.
- O réu (homem) foi citado diversas vezes para apresentar sua contestação, bem como, efetuar o exame de DNA, para comprovar ou nao sua paternidade.
- Citações infrutíferas, consequentemente a decretação da revelia, determianndo o pagamento de 1 sala´rio minimo mensal em favor do suposto filho.
- Atualmente o réu encontra-se preso, pois foi propostas ação de execução de alimentos, onde deverá pagar esses valores, caso queira sair, e continuar adimplindo essa obrigação mesmo não tendo certeza de sua paternidade.
PERGUNTA: Existe algum meio, julgado, doutrina, jurisprudência, que permite o ingresso de nova ação de inestigação de paternidade mesmo sendo o réu revel?????????
Obrigado -
Luiz Gustavo - Adv
06/11/2009 19:30Boa noite Caio,
No meu ponto de vista, caso o suposto genitor se dispusesse a realizar o exame de DNA, para restar comprovado se é ou não o pai da criança, acredito ser possível sim ingressar com nova ação para que se verifique a paternidade, SMJ.
Achei um texto aqui mesmo no site, e acho que poderá ajudá-lo um pouco.
http://jus2.uol.com.br/doutrina/texto.asp?id=7339
Espero ter ajudado.
Att.
Luiz Gustavo DS -
Geraldo Lins Cedro
06/11/2009 22:55Prezado Caio:
Complementado o raciocínio de Luiz Gustavo, terá que fazer primeiramente o exame de DNA, caso venha a comprovar que não seja o pai biológico deverá ingressar com uma ação negatória de paternidade. É bom salientar que todas as despesas correrão pelo requerente. -
Carlos Volpe
07/11/2009 00:39Se olharmos pelo ponto de vista processual, o suposto pai foi devidamente citado, foi dado o direito da ampla defesa e ao contraditório, portanto transitado e julgado. Ocorre que não acredito que possa haver novamente a possibilidade de entrar com a investigação de paternidade, salvo existir indícios muito forte que venha corroborar que o Réu, não seje o suposto pai, ou seja, um fato relevante, quase uma confisão da mãe que ele não é o pai. Se assim fosse onde ficaria a segurança juridica, a coisa julgada e o ato juridíco perfeito.
Abs -
Geraldo Lins Cedro
09/11/2009 16:48Prezado Carlos Volpe:
Sua explanação está mais do que correta. Nova ação de investigação de paternidade é impossível, portanto, o que deve ser feito é como eu disse acima.
Abraços.
Categorias
- Concursos públicos
- Exame da Ordem
- Direito Constitucional
- Direito Administrativo
- Advocacia e OAB
- Direito Civil: Parte Geral
- Direito das Obrigações e Contratos
- Direito das Coisas
- Condomínios e incorporações
- Direito de Família
- Direito das Sucessões
- Responsabilidade Civil
- Direito Bancário
- Direito do Consumidor
- Direito Comercial
- Direito Processual Civil
- Direito Penal
- Direito Processual Penal
- Direito do Trabalho
- Direito Processual do Trabalho
- Direito Financeiro
- Direito Tributário
- Direito Previdenciário
- Direito da Criança e do Adolescente
- Direito Agrário
- Direito Ambiental
- Biodireito
- Direito do Trânsito
- Direito Eleitoral
- Direito Municipal
- Direito da Segurança Pública
- Direito Militar
- Direito Internacional Privado
- Direito Internacional Público
- Direito e Informática
- Teoria do Direito
- História do Direito
- Filosofia do Direito
- Hermenêutica Jurídica
- Sociologia Jurídica
- Ensino Jurídico
- Ciência Política
- Teoria do Estado
- Variedades
- Opiniões sobre o Fórum

