1. Cristina Portela
    14/05/2009 18:00

    Nível elevado de ensino é o que deveria se buscar sempre, mas alguns (acreditando ter conseguido uma vaga no paraíso) preferem as cotas que é a opção imediata mais facinha pra quem só tem interesse no diploma. Se o cotista quisesse mesmo estudar ele já estaria fazendo isso antes da universidade, não precisaria ficar esperando ajuda do governo pra só então começar a mostrar sua capacidade intelectual até então adormecida.

    .... mas o tempo dará a sua resposta. Muito em breve teremos um monte de analfabetos diplomados, desempregados, esperando mais esmola do governo e dando voto para os políticos que se aproveitam da ignorância alheia.
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  2. cornelius okwudili Ezeokeke
    14/05/2009 18:40 | editado

    Projeto de lei pretende implantar cotas em federais.

    A senadora Ideli Salvatti (PT-SC) apresentou projeto de lei à Câmara que prevê a garantia de 50% das vagas das universidades federais e escolas técnicas federais a alunos autodeclarantes negros e índios que tenham cursado integralmente o ensino médio em escolas públicas. Para a aprovação da matéria, a redação estabeleceu que as vagas deverão ser preenchidas da seguinte forma: metade por pessoas que possuem renda mensal de até 1 salário mínimo e metade por negros e índios.

    O projeto inicial sofreu alteração obtida a partir de um acordo de líderes. Inicialmente, a matéria pretendia reservar, no caso do ensino superior, 50% das vagas aos estudante que cursaram o ensino fundamental e o médio na rede pública, agora só exige que eles tenham estudado o ensino médio na rede. Quanto aos integrados ao ensino médio (Cefet), os alunos têm de ter cursado integralmente o nível fundamental na rede pública.

    O deputado federal Paulo Renato Souza (PSDB-SP), relator da matéria, declarou não se sentir muito confortável como o acordo porque, segundo ele, o desempenho da educação no país está mais ligado à renda do que à raça. "Por isso, a meu ver, resolvendo a questão da renda, estaríamos também resolvendo o problema ligado à raça", explicou. "Mas, como os projetos já tramitam há muito tempo e proposta semelhante já foi aprovada no Senado, optamos pela redação da forma acordada pelos líderes".

    *Com informações da Agência Câmara


    olá amigos(as),existem várias pessoas pensando igual a mim!
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  3. ney roriz
    15/05/2009 20:49 | editado

    Não gosto de falar entre aspas “””” mas as vezes não tem jeito e temos que apelar para a autoridade .. ... Cientistas , sábios , filósofos , intelectuais e gente de todas as profissões de nível mais alto foram submetidos à seguinte pergunta: ... “Se o mundo ( terra ) acabasse e somente uma nave de 100 lugares pudesse levar um grupo de profissionais para criar um novo mundo em outro planeta , sabendo-se que todas as pessoas tinham que ter no mínimo duas profissões . ? qual seria uma profissão obrigatória dos criadores do novo mundo “??? . Mudando de assunto ...já falei antes que os filhos de estrangeiros m ,,, pobres ou ricos , como portugueses , judeus , árabes , espanhóis , poloneses , alemãs .... estudam muito mais que os nossos filhos de índios e negros ... quando nossos mestiços são mais embalados na cultura da terra (telúrica ) ficam mais com as artes e aí como mestiços são ótimos em dança , música , teatro , jornalsimo , artesanato etc ... \Padre Maurício já era um grande músico antes de Debret e vide Alejadinho .... mas o mestiço pode ser ótimo em arquitetura que é ARTE , mas menos em Engenharia ( mesmo que Rebolças seja ótimo ). Mas se sua família não vivenciou um histórico atávico contagioso de construção naval portuguesa , fortes e castelos , aquedutos e estradas da época dos romanos , ou a metalurgia dos mouros e ciganos , ou mesmo a matemática comercial dos árabes , judeus , fenícios e com astronomia e navegação matemática e engeharias de todo tipo fiva dificil ... Um ser tropical brasileiro com grande convívio percentual ( não de DNA ) mas de atividade de índio e escravo africano , mesmo que feliz , se não raciocinar matematicamente , terá que limitar sua vida intelectual às artes , mesmo que sem sofrer ... mas se não usar ciência terá menor chance .
    A música é matemática , arquitetura pode ser em grande parte ciência e alguns engenheiros como Euclides da Cunha foram ótimos historiadores , antropólogos e envolvidos com humanas . Aos políticos legisladores quase sempre falta engenho e matemática ao criar leis e percentuais , e vai entre aspas “É engenharia arte–ciência que desenvolve a aplicação de conhecimentos , quer científicos quer empíricos ou intuitivos , na criação de aperfeiçoamento de estruturas sociais ; ou de formas de convivência social : inclusive política ou econômica “ .... Gilberto Freire assim falou no seu livro , mas eu acrescento que a falta de raciocínio objetivo lógico matemático , impede a visão dos desdobramentos de demagogias legais ... vide que fixam-se prazos rígidos para a maior idade e impunidade . Leigos de proporções e equações postulam , criam teoremas e aprovam teses numéricas e de quantidades e interrelação interpretando estatísticas dificílimas sem a mínima perícia racional e, pior , sem o bom senso , irmão mais próximo da matemática na engenharia .... Como engenheiro , e procurando bom senso sei que as leis nunca vão acompanhar a evolução técnica e científica mas que está faltando engenharia nesta demagogia está ... por absurdo matemático ( abistraindo ) acho que os menos conhecedores de números e estatísticas vão acabar mandando levantar quantos não negros estudaram antes nas nossas ótimas faculdades ( melhores do mundo como a minha UFRJ ) e mandarão restabelecer o critério inverso dando para futuro o mesmo número de vagas daquels do passado aos que descendam de negros .... e quem sabe além daquelas pessoas que gastaram a juventude estudando as vezes ate sem precisarem para si proprios mas para a nação , além de já pagarem hoje mais impostos por terem investido neurônios , quem sabe outros não arquitetarão como revanchistas um engenho punitivo pelo qual seus descendentes ( dos formandos do passado ) tenham que pagar agora o estudo e uma pensão para cada negro ou descendente afro que entrar para a faculdade pela janela e sem que filhos de pessoas de nível universitário possam nunca mais frequentar mesmo que mais estudiosos . Segundo os cientistas de várias culturas : “no novo mundo espacial não haverá falta de engenharia e isso não acarretará estas anomalias “ e nem vão haver cotas na nova nave de Noé apenas a meritocracia tem futuro . Mas ainda está em tempo de pedir ao Lula que exija na ONU cotas para nosso afro-descendentes nesta nave do novo planeta da meritocracia produtiva ..... mesmo que os nossos afros não tenham duas profissões importantes e uma delas seja obrigatoriamente a de engenheiro como Rebolças e Euclides *( Um mestiço de negros o outro de índios mas sem cotas ) .
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  4. ney roriz
    16/05/2009 13:41 | editado

    não acho que todo diplomado em engenharia tenha bom senso , nem que seja ponderado em suas engenhosidades ....mas acho sim que um pouco de humanidades e um pouco de raciocínio matemático já bastam para repudiar qualquer lei que se baseie em preconceitos e provoque discriminação pois o efeito , mesmo que procure indenizar pretensos preteridos, pode sim sem dúvida gerar rancores e inspirar reações de novas cobranças dos expulsos dos pacotes de vantagens dados aos preferidos do estágio demagógico estatal populista eleitoral de massa ... sejam as bondades feitas com o chapéu dos nossos impostos tentadas justificar ate' por maiorias por este ou aquele motivo menos ético , igualitário e universal , sem raça , sem cor e sem revanches que mancham estes pacotes de racialização do Brasil .
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  5. cornelius okwudili Ezeokeke
    22/05/2009 17:00

    A justiça ainda não tem uma posição definida sobre o tema




    Voltando às contradições das ações afirmativas, não podemos deixar de falar sobre a legalidade das mesmas. Os radicais afirmam que o programa de cotas é ilegal e que fere o artigo 5º da Constituição Federal que diz que “todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade”.

    Um dos princípios do direito é a eqüidade, que diz que uma idéia imutável de justiça pode levar o juiz a valer-se de um critério de moderação e humanidade, ainda que em detrimento da aplicação do direito objetivo. Nestes termos pode-se compreender que é legal privilegiar etnias, desde que haja um histórico de discriminação. Desta maneira, as ações afirmativas seriam válidas para corrigir situações de desigualdade.

    No entanto, o professor de direito internacional da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), Welber Barra, afirma que uma determinada medida só será justa se atender pelo menos um dos seguintes princípios: o da eqüidade, segundo o qual deve-se dar a cada um o que é seu; o princípio da justiça compensatória, que busca corrigir danos causados a alguém ou o princípio da reciprocidade, segundo o qual deve-se devolver os atos realizados em favor de alguém. No caso específico das cotas para negros, ele entende se enquadrar no princípio da justiça compensatória. Para ele, a escravidão e o preconceito são fatores que sempre colocaram os negros em posição de desigualdade na sociedade, e o princípio da justiça compensatória é o que legitima esse "favorecimento" aos negros através das cotas. Isto seria uma forma de "indenizar" os negros pelas injustiças por eles sofridas ao longo dos séculos. Porém, Barra alerta para um fator importante: a justiça compensatória só se justifica e legitima desde que a compensação oferecida – no caso, as cotas – altere, de fato, a situação que se pretende modificar. Assim sendo, esta compensação tem de ser na medida exata para equilibrar as partes, ou seja, a que recebe a compensação (os negros) e a aquela a que se buscou equiparar (os brancos). Resumindo: brancos e negros têm de ficar iguais sem exagero em nenhuma das partes, sob pena de desigualarem-se novamente. Por esse motivo, na visão do professor, somente assim haveria justiça na adoção das cotas.

    Apesar de toda a discussão jurídica sobre este assunto, a autonomia universitária ainda é uma prerrogativa assegurada pela Constituição no artigo 207 onde diz que “as universidades gozam de autonomia didático-científica, administrativa e de gestão financeira e patrimonial.” Isto dá à instituição a liberdade de gerir suas próprias regras, incluindo a criação das cotas.marla Rodrigues.postado por cornelius okwudili Ezeokeke.
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  6. ney roriz
    23/05/2009 18:07 | editado

    Acho oportuno , mesmo não conhecendo os amigos aqui ,declarar que sou muito contra a RACIALIZAÇÃO DO NOSSO BRASIL sob qualquer pretexto ou lógica racial .
    Meu Brasil que não é “este ou ESSE estado nem ESSE País “ COMO SE FOSSE UMA BARCA OU UMA ESTRADA . NÃO !!!! A minoria NEGRA NACIONAL ,até mesmo aquela menos miscigenada , mais escura ( 2 % A 8 % das famílias do Brasil e diminuindo mesmo mantendo algum racismo tribal ) , esta minoria decrescente é uma parte recente ( 150 a 300 anos ) do nosso País com pai e mãe negros , minoria sem mulatos na família ( maior frequência modal ha 150 anos passados )
    Nosso Brasil é de maioria mais antiga cabocla ( família parda ou morena ( 70 % A 85 % e crescendo sempre ) MESTIÇA = (MULATO + CABOCLO ) . ( FREQÜENCIA CRESCENTE ) .
    A outra parte que também não é maioria é formada por famílias de pessoas índias mais antigas das terras isoladas e ainda miniria são as familias só de pesoas brancas sem mestiços bem mais recentes aqui migrantes contemporaneos ( uns 50 a 100 anos ) ainda pouco abrasileiradas pela miscigenação feliz mais profunda do tipo carioca mestiço ABRASILEIRANTE INEXORÁVEL ... estes brancos sem mestiços ( são só 8% A 20 % sem mistura e sempre diminuindo rapidamente sem racismo o número destas famílias brancas se miscigenando mais , inclusive asiáticos e árabes ) . ( A MODA ESTATÍSTICA MÁXIMA HÁ 70 ANOS passados )
    Nem mesmo os menos vividos em nosso vasto Brasil e nem os mais leigos em estatísticas , antropologia , sociologia e nem mesmo os mais mal intencionados em maquiar dados demagógicos conseguem , segundo á ótica nacional e a linguagem brasileira da maioria , definir como totalmente negras mais de 10% das famílias brasileiras , exceto se , com uma atitude racista importada , considerar que quem tem uma única gota de sangue de negros nos antepassados , mesmo sem MAIS traço físico ou cultural marcante africano recente , é negro brasileiro e não mestiço como eu e meus parentes brasileiros de 500 anos . No Brasil as maiorias descendem de antigos corajosos ibéricos aventureiros , nobres , ciganos , judeus , soldados , banidos , religiosos , artistas , construtores já mestiços da Europa ( bons e maus ) com antigas mulheres índias ( quase sempre já escrvas tribais da terra ) nossas tetravós mais velhas daqui submetidas aos seus maridos nativos ou não . É seguida esta maioria heróica híbrida inicial do Brasil selvagem pela segunda grande quantidade mestiça de filhos de homens brancos e caboclos já brasileiros sofridos que são pais carinhosos dos atuais mulatos , filhos de descendentes africanas , nossas mais recentes e amadas bisavós e avós donas do lar da nossa identidade brasileira mestiça de poucas mães claras antigas .Mesmo que fosse justo um indivíduo descendente hoje pagar por erros daquelas coletividades de antepassados desconhecidos e sem definição pessoal seria muito difícil provar quem foi o indivíduo a favor ou contra a escravidão e quem libertou ou aprisionou , quem comprou mais ou vendeu , quem se vendeu , quem foi cumplice , mais e até quem lutou mais em favor de quem e qual a proporção de vítimas relativas de cada grupo racial coletivista ...e como já repeti todas as entinias já foram escravas ou escravistas opressores , principalmente os africanos e os índios . Entre mestiços de hoje podem estar em alguns indivíduos , descendentes das duas partes da moeda ( DNA de vítima e carrasco ) e pode ser que entre certos grupos de negros sem mistura ou entre brancos sem mistura não haja um descende de gente que esteve de algum lado da escravidão ( nem culpados nem sacrificados ) .....Mas mesmo que se esquecesse quantos brancos foram vítimas de negros e de índios ( crueis , soldados carrascos , tocaieiros , jagunços , assaltantes , bandoreliros , guerrilheiros , rudes , vingativos , quilombolas ,quadrilheiros , sanguinários , fratricidas , rebeldes , mesmo assim seria difícil separar no Brasil quem deve perder a favor de quem ....exceto se formos racistas a ponto de a única gota de sangue negro familiar servir de passaporte para vantagens com a racialização do NOSSO PAÍS MESTIÇO DE CORPO E ALMA e sem cotas RACIALIZANTES IMPORTADAS DE PAISES RACISTAS e nem mesmo a gloriosa autonomia da universidade poderia por absurdo permitir que , por exemplo , se proibissem os brancos de concorrerem com base que em algum tempo muito passado nenhum negro concorria .
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  7. Eneile
    24/06/2009 21:24

    Só em abrir está discussão para mim é racista, porquer:

    Minha opinião, sou filha de mãe branca X pai negro, nas certidões de nascimento dos meus irmaõs está assim: 03 filhos homens brancos e 01 filha mulher branca e eu e minha irmã caçula parda. vê se pode isto é o Brasil,

    Meu pai, negro pobre, minha mãe classe média alta deserdada por casar, com negro.

    Estudamos em colégio publico(naquela epoca quem estuda em escola particular era denominado de burro) tenho 47anos eu e meus irmãos, estudamos fizemos faculdade, e nunca precisamos de cotas,

    Tenho duas sobrinhas negras, estudaram em escola publica, e ganharam bolsa de uma otima faculdade aqui em salvador, sem precisar informar sua cor.

    Uma chamo de Nerd pois só pensa em estudar, euzinha estou com esta idade fazendo 2o semestre de Direito. Na minha opinião a sociedade deveria pleiteiar,
    juntos ao governo melhor ensino publico, como na minha infancia em que nós passavamos mais tempo na escola do que na nossa própria casa. Estudei em uma escola/oficina, onde o aluno tinha direitos obrigações, e poderia nesta escola escolher uma profissão caso fosse nescessário, havia cafe da manhã, almoço e lanche. Tudo isto custeado pelo governo federal, era modelo mundial, á onde países visitavam nossa escola. Isto sim! é o certo dignidade e respeito.
    Conheço crianças com a pele alva e filha de negro, como eu e meus irmãos, neste País ter cabelo liso e pele alva é branco.
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  8. Patricia Helena Silva Mendes
    26/06/2009 20:03

    Como a discussão não se encontra no âmbito jurídico penso que posso opinar. O sistema de cotas para negros é absolutamente ridículo, na falta de uma palavra melhor para definir esta aberração. Sou a favor de cotas para estudantes oriundos de escolas públicas, sejam estes negros, brancos, índios, pardos, azuis, etc.... Cota baseada em raça é obviamente RACISTA. Não sou negra mas admiro e respeito esta raça, e reconheço a grande contribuição que deram para a formação do nosso país. Porém se eu fosse negra, teria VERGONHA de entrar em uma faculdade pelo sistema de cotas, sabendo que possivelmente existiriam muitos brancos e índios que poderiam possuir uma condição financeira igual ou inferior a minha, situação que não lhes assegurou o acesso a uma boa formação. Se querem "compensar" os negros pela escravidão que estudem uma forma justa de fazê-lo, mas estudem também uma forma de compensar todos os pobres e oprimidos deste país, independente da raça que sejam....
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  9. ney roriz
    27/06/2009 14:17 | editado

    Hoje morreu Michael Jackson , o ícone artístico popular musical mestiço de maior nome na História , ,mestiço de família mestiça , de pele e cultural . Morreu como o maior mestiço cultural da música de palco , Elvis seu sogro , um dos brancos mais negro do mundo musical , Elvis Presley foi o primeiro grande astro da arte mestiça contemporânea de cantar , tocar e dançar de forma eclética popular com jeito branco mestiço aciganado de negro urbano e branco country . Elvis e Michael , Dois gênios mestiços ícones das misturas culturais e raciais do novo mundo mas num país de racistas ( usa ) . Obama mestiço da moda atenua como eles a vergonha do U.S.A. RACISTA de mestiços escuros Ray Charles , Nat King e James Brouwn ou Braul dançarino pouco importa .No Brasil a maioria dos artistas populares é de mestiços de pele mas todos são ecléticos , sincréticos e miscigenados culturais pois receberam as artes populares de colonizadores já frutos e sementes de misturas e misturadores como boêmios , mundanos já mestiços musicais de danças , cantos e instrumentos maravilhosos ibéricos , ciganos , mouros , judeus e cristãos e pagãos festeiros ....Os poetas , atores , cantores e instrumentistas europeus do Brasil já chegaram mestiços de tudo ... negros brasileiros eram de várias tribos e etnias litigantes alguns já híbridos de outros mais claros ou mais escuros e muitos grupos separadamente tinham identidades diferentes mas já misturadas por outras culturas orientais inclusive , mulçumana e ate'judaica ou egípicia ou indú ....sempre mulheres e crianças dominadas eram agregadas e miscigenadas de escuros com escuros .
    Índios ( bugres ) do Brasil eram quase como os negros tribais mais rudes litigantes , inimigos , com culturas outras mas tudo indica que em passado distante se miscigenaram em tudo por migrações sucessivas submetendo mais as mulheres de outras etnias ... fato é que nossa arte popular brasileira mestiça é democrátizante e miscigenadora total : nos cultos , nas festas e no dia a dia das casas e das ruas ....( os portugueses mestiços claros e morenos ja globalizavam tudo isso antes de ferverem no nsso caldeirão) ...
    Nossos artistas de rádio e de palco sempre foram mestiços de várias classes diferentes e até de pele eram mestiços como Calado e Chiquinha Gonzaga e seria muito me alongar por Cartola , Heitor dos Prazeres , Orlando Silva , Silvio Caldas , Cauby , Elizete , Ângela , Dalva , Elza , Caymes , Chico , Gil , TIM , Benjor , L Melodia e mais milhares de quase brancos como Roberto , Erasmo , Caetano , Gal , Betania e Eliz . E sem falar na Elvis brasilerira dos palcos , Carmem Miranda , uma bixinha do Rio , portuguesinha carioca aciganada ( carmem ) que levou a marca baiana carioca estilisada congregando nossa mulatez luso-carioca num modelo nacional de fama mundial . O novo mundo foi um grande sucesso de mistura musical incontestável (dança, canto ,instrumento ), nosso samba é cosmopolita mestiço em tudo muito mais que africano e muito mais que tupiniquim e tem muito dos mestiços europeus lusitanos viajantes e sinteizadores culturais que aqui moldaram e foram moldados pelo novo mundo musical muito forte de raças e costumes deiferentes o símbolo do samba é o pandeiro cigano oriental , nosso chorinho de cordas ou de flauta carioca é a cara do Rio Mestiço , Nosso frevo orquestral de Recife mestiço é , mesmo Salvador na sua banda mais negra é bem mais brasileira cigana mestiça que africana pura ou lusitana pura , o boi bumbá luso-brasileiro é mestiço de todo o Brasil e é um filho de Portugal ( e açores ) é prova da mistura parda . O caribe , Havana e suas danças ibéricas , ciganas , piratas influenciadas pelas populações mulatas geraram maravilhas notadamente com instrumentos europeus espânicos e marcas rítmicas mulatas um pouco deifrentes da Jamaica mais negra , jamaica menos mestiça racial , menos latina e mais inglesa Africana , mas mestiça da américa ...Nos EE UU a música é mulata cultural mas não se sente tão obrigatoriamente mestiça racial no sentido carioca do samba, choro , maxixe , forró , capoeira . O jazz é branco e mulato e negro quase que separdamente mas St Louis é híbrida mesmo e mostra ser creoula latina mais que qualquer africanidade distante ou sapateado irlandes marcante ....
    porem Michael foi mestiço de tudo e muito mais que negro ou branco ou mulato , não sendo nada disso mais isoladamente destacadamente ....foi mestiço Mundial Geral inclusive para os japoneses e russos foi um toureiro que driblava os touros racistas esteriotipados em 100% negro ou 100% branco , MJ misturava tudo na sua capa .
    Foi dono da obra dos Bitols que amava , amigo da diva mulata Daiana e de Liz taylor branca que adorava , genro de Elvis e filho de J Jacson mulato a quem odiava .
    Cotas raciais não deram certo em parte alguma do mundo nem nos países africanos racistas , nem na índia de castas nem nos EE UU branqueloide ... o Brasil não deve ter esta mancha racista . Lutemos contra esta importação de lixo Jurídico vindo de países divididos pelo racismo negro e racismo branco . Contemos com orgulho nossa história familiar de mestiços , brancos ou negros que resolvem seus problemas sem cotas e revanches .
    Obs : Qundo Michael veio ao Rio no Maracanãsinho , subiu e cantou sobre um palco criado e montado por mim sendo recorde de tamanho ( altura e largura ) com a maior tonelagem de som nunca superada aqui . Abri o espetáculo com grande explosão show da bateria da Portela Mestiça e no meu palco de mestiço cenógrafo . O garoto MJ disse no Pé elegante como um toureiro bailarino mundial sem estar no script e foi um passista de improviso como nossos moleques do samba como eu fui assim moleque carioca sambista elegante de Madureira e Cavalcante Rio RJ .
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  10. Guilherme Signorini Feldens
    29/06/2009 17:00

    Resolvi me manifestar após a leitura de algumas opiniões. Sou contrário as cotas raciaias, admito apenas as cotas sociais, mas isso não é o que quero dizer aqui.
    Li alguns argumentos dos favoraveis as cotas que não condizem com a realidade brasileira, a saber:

    - divida histórica:
    Trata-se de um argumento completamente fragil, pois quem estudou historia sabe que as tribos africanas guerreavam entre elas, sendo que os vencedores firmavam acordos com europeus para comercialização. Por exemplo, alguem sabe como Portugal se fixou em Guiné Bissau? Pagou uma bela quantia em ouro para os lideres tribais, que nao aceitaram mais a presença de franceses, holandeses e ingleses que comercializavam por la. Dai, as tribos locais perdedoras, quem será que detinha o poder de decidir seu futuro? Portugal, imperialista, escravizou africanos porque foi o mais oportuno e conveniente na hora. Para os espanhois nao foi tanto, pois os indigenas de algumas regioes ja tinham noçao de civilizaçao enquanto os indios do territorio portugues na América simplesmente eram nomades demais e nao entendiam a estrutura de trabalho imposta pelos portugueses. Nesse caso, legal, no Brasil quem escravizou foram os portugueses. E como que fica entao o descendente de japones, alemão, italiano, judeu, arabe? Po, o que o meu bisavô alemão teve a ver com o processo de escravidao aqui? O que meu ancestral italiano fez que me obrigue hoje, como seu decendente, a reconhecer uma divida histórica? Dos meus 8 bisavos, 6 são de origem alemã, 1 italiana 1 portuguesa judia (cristaos novos). Quantos outros não tem esse tipo de origem? Quantos hoje nasceram ricos ou pobres?

    - preconceito e racismo
    Racismo é uma das muitas modalidades de preconceito existentes. Há preconceito de magros contra gordos (e vice versa), de bonito contra feio, preconceito contra gaúchos, contra nordestinos, contra cariocas, contra baianos, contra argentinos. Nem precisamos ficar falando de todos. Como disse antes, os portugueses escravizaram os negros não pela cor de pele, mas por conveniencia. Se pudessem, escravizariam os espanhóis também. Ocorre que, no Brasil Colonia, um filho de rico era ensinado que era superior, que negro não era gente, que sua função no mundo era trabalahr apenas. Hoje, com a evolução do pensamento da humanidade, essa ideia é considerada absurda. Não é dando cotas que se vai mudar isso, na minha opinião so vai piorar.

    - pobres
    Li alguem dizendo que não se via descendentes de italianos ou japoneses limpando pratos. De onde que tiraram essa? Venha ate onde eu moro, Campo Grande/MS e veja quantos nipodescendentes sao pobres e trabalham em serviços bem braçais por pouco mais que nada. Vá até o Rio Grande do Sul, nas periferias da cidade, ver a cor das pessoas que passam fome e um frio insuportável nos meses de inverno (tipo nesse inverno).

    - cotas e constitucionalidade
    Se poderarmos o fato de que não há so pobres negros, a instituicionalização das cotas poderá incorrer em negar oportunidade a uma pessoa sem condiçoes de estudar por ela ser branca ou beneficiar um negro que tenha plenas condiçoes economicas para estudar. Em ambas situações, temos ferimento ao princípio da isonomia, usando critério de cor de pele para alterar a ordem normal que seguiria a situação. Não há maiores argumentos quanto a isso, qualquer um que estude direito constitucional sabe que tal situação, quando aocntece, ofende a constituição. Se as cotas podem vir a trazer tal situação, elas ja estão viciadas, dando margem para inconstitucionalidades.

    - oportunidade
    Como ja disse, sou de origem alemão em maioria e tive origem humilde no interior do Rio Grande do Sul. Credito minha oportunidade nos valiosos esforços dos meus pais, que vieram para o MS, para estudar e progredir, contrariando os conselhos e opiniões de familiares como "ah isso não é pra ti, melhor fica por aqui mesmo", "estudar não vai resolver nada, tem que arrumar é um emprego na fabrica", dentre outras. Quero dizer com isso que não adianta ter cotas se as pessoas nao quiserem estudar, acharem que traficar drogas é mais facil, que o mundo é injusto e etc...

    Na minha opinião, cotas SOCIAIS são a medida positiva emergencial cabível, entretanto, o texto legal que a discorrer deverá apresentar juntamente, em forma de lei, medida de investimento para resolver o problema, pois como bem observado por um pro-cotas, os resultados de investimento na educação serão sentidos so em uma decada, pelo menos.
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  11. ney roriz
    01/07/2009 11:07 | editado

    INDIVÍDUO x INDIVÍDUO , DIREITO PESSOAL E COLETIVO DE COTAS

    Um indivíduo é um indivíduo e é a coisa mais importante do universo ( uno ) ... seus direitos de cidadão não podem ser submetidos a outro indivíduo sem ser por mérito pessoal relativo ao estudo e trabalho exclusivo do concorrente beneficiário que o preterirá numa vaga somente por mérito universal .
    Um grupo minoritário , ou mesmo maior , ou máximo , não pode , nem o estado ou todo povo pode , decretar que uma coletividade terá mais direito que outra ou que um grupo pode prejudicar outro por preconceito racial ou dívidas sociais coletivas do passado , discutíveis , pois todos somos descendentes , dependentes , ou mesmo herdeiros ou cúmplices de alguma forma de mestiços dominados ou dominantes , mestiços sociais , ou só mais culturais , ou religiosos , ou raciais que estiveram em alguma época em algum lado da escravidão ou quase cativeiro , como servos , criados , negros , mouros , judeus , eslavos , mouriscos , árabes , pigmeus , mandingas , berberes , etíopes , índios , indianos , ciganos .... quase todos de vários tons de pele ...podemos ter tido familiares claros ou morenos , mestiços ou negros como capatazes , caçadores de escravos , mercadores , transportadores , vendedores de seus pares , brancos mestiços, negros mestiços , árabes mestiços , egípcios mestiços , bantos , sudaneses , romanos e gregos .Todos os povos e muito mais os ditos das áfricas negras ( várias peles mais escuras ou menos pretas ) e os índios , nativos anteriores do nosso Brasil foram envolvidos em escravatura como agentes beneficiados , ou mediadores ou explorados terminais em formas de escravidão , servidão mais ou menos absurdas entre iguais e diferentes .
    Para falar só dos nossos pretos descendentes de escravos negros vindos para nosso Brasil mestiço vamos rapidamente no passado dos seus ( nossos ) ancestrais escuros , seus príncipes e mestres de escravo que tinham , mais que o índio nosso escravista , o costume arraigado e alimentado por ódio e preconceito de escravizar seus vizinhos ...e por séculos , muito mais que brancos , romanos , gregos e árabes ( também escravistas multicores ) dominaram , mesmo sendo negros , mais negros
    , escravizaram e venderam mais negros da sua cor ou mais escurinhos e até da mesma etnia e parentesco com mesmo tom de pele . Negros antigos venderam mais negros que qualquer registro de outras raças ( cores ) .
    Ainda hoje vemos gente que vende filhos e irmãos e mais nos parece que nas áfricas e guetos de pretos pelo mundo mais não vendem por não terem comprador .
    As elites negras e mestiças de 200 a 400 anos contados de hoje para o passado recente imitavam seus senhores nobres negros das guerras da África negra que muito antes ( 500 a 3500 anos ) em passado remoto viviam em guerras tribais imperialistas , escravistas e em franco expansionismo com massacre étnico e cultural dos primeiros donos das suas áfricas negras . Por exemplo moderno , a partir de Cabo Verde , Guiné e Moçambique ( 400 a 200 anos recentes ) famílias de mestiços e negros poderosas dominavam os tráfico negro com grandes ganhos dada a maior facilidade de comunicação e relacionamento comercial e moral ( imoral ) com pretos capturadores locais e transportadores de escravos de todas as cores inclusive negros , mormente lideranças e aristocracias negras mercenárias depois seguidas por mestiços africanos já poderosos há séculos . ( havana foi alvo deste mercado proibido ) .
    Portugal era mestiço antes desta escravidão moderna incentivada pela falta de ética
    ( desculpem a palavra ) dos nobres africanos negros vendilhões seculares , mas os lusos já eram mestiço de muitos tipos de brancos , mouros , judeus , berberes , árabes , ciganos , turcos ,eslavos , negros e muitos outros ex escravos . Portugueses eram também muitos homens de pele escura , judeus e mouros , cristianizados ou não , alguns foram escravos ou servos como os antigos brancos portugueses que haviam sido em certa etapa escravizados por escuros ( senhores de povos que não eram brancos ) ... sim ! escravizados , brancos escravizados e levados por povos de tons de pele escura que vendiam os claros pelos cantos do oriente e áfricas do norte inclusive junto com negros e ou para negros mercadores legais ou traficantes negros tradicionais .
    No nosso passado afro-americano , mesmo depois de já proibida a exportação de negros para as américas , chefes africanos mais ricos inclusive mestiços persistiram ricos ou quase ricos e traficando seus iguais de cor escura .
    Sem dúvida , entre todas as raças , os negros foram os que mais caçaram , mataram e venderam negros da história . Estavam perto de negros e já praticavam isso como costume .. seria como afirmarmos que no RJ Brasil;nos bairros pobres , periferias , suburbios e favelas são assassinados mais jovens negros e pardos e não registrarmos que os assssinos são policiais , milicianos ou bandidos comuns e são na maioria negros e pardos como os mortos como estão destes dois lados nordestinos claros e caboclos fugidos do nordeste . Embora haja por séculos variedades e muitos tipos negros de todas tonalidades já mestiços de outros escuros ou pardos das áfricas primitivas .... é surpreendente o número de línguas , sub-raças , etnias , sub-etnias , sotaques , dialetos , religiões , seitas , rituais , massacres , intolerâncias e cotas racistas entre negros de vários tons , mesmo sem intervenção de árabes , mouros , judeus ou europeus , os impérios de negros sobre megros impuseram linguas dominantes mas nada que seja parecido com o bom fenomeno brasileiro de lingua , sincretismo e assimilação que mais que tudo foi gerida pelos mestiços daqui carioca . Os negros de lá das africas se escravizavam , se massacravam mesmo , sempre mais tribais e as vezes imperialistas criavam barreiras e vantagens em castas , tal qual cotas, que parecem adorar como um orixá superior ao bem e ao mal de nossa ética carioca mestiça atual congregadora eclética , sincrética e ecumênica prazeirosa .
    Hoje se fosse justo um indivíduo mais bem sucedido em um teste honesto para uma vaga perde-la para um protegido legal mais fraco , só com base em que os antepassados do beneficiário usurpador pertenceram num passado (um dos muitos passados ) a um grupo desprivilegiado lá ( naquele passado ) , se isso fosse justo , ainda seria quase que impossível saber quem é descendente de qual branco ou pardo abolicionista e quem teve avós feitores , soldados , milicianos e capitães do mato pardos ou negros ou quem , claro , é descende de vítimas de negros maus . Somos todos mestiços de todos .... o indivíduo é puro espécime em sí e é sagrado independendo de sua miscigenação , maior ou menor , o EU é um ser único ( logo puro como centro ) não podendo ser catalogado relativamente a outros centros referenciais individuais ou coletivos para ser molestado pelo estado ou por grupos revanchistas raciais e ou ideológicos .
    Ao indivíduo A isoladamente somente cabe reparar por sí A sozinho um dano a alguém B se A cometer erro direto ele A contra outro indivíduo B ou grupo B .
    O direito do candidato A à uma vaga não pode sofrer ação de cotas racistas e mesmo que pudesse não saberíamos como apontar no Brasil mestiço os descendentes dos mais escravistas mestiços , brancos ou pretos , recentes ou antigos , que em geral já eram mestiços descendentes de mestiços milenares.
    A contabilidade de neutros , passivos e atores ativos ( claros ou escuros ) diretos ou indiretos é impossível ! Imoral ! Não há hoje credores nem devedores , há sim pobres de todas as místiçagens a requerer controle de prole pobre ( ou da proliferação da pobreza ) e temos que ter muita educação mestiça e cultura mestiça nacional de base para manutenção individual e valorização de sua produção social coletiva deixando os níveis superiores individuais destacados para os que com esforço e talento comprovado mereçam o pico da pirâmide univeresitária ( universal )incolor ou mestiça plena universal democrática sem cotas raciais odiosas .
    Mensagem inadequada
  12. Ozeias Rodrigues Felisardo
    09/07/2009 13:06

    No que tange as cotas para negros em escolas particulares, acredito que gera um pouco de discriminação por parte dos nossos governantes, impor a aceitação de negros nas escolas é uma coisa mas limitar a quantidade de vagas, já muda todo o conceito de cotas escolares, pois de acordo com a CF, todos somos iguais perante a lei, no entanto todos temos capacidade independente de cor raça ou religião para conseguir se increver em um vestibular e passar no mesmo. Deveria ser medido a a entrada de um negro, ou um branco, ou um pardo, ou qualquer um numa instituição de ensino por seu conhecimento, que se traz do primario, estão incentivando a discriminação, apesar de muitos ter uma versão diferente deste termo, "Cotas para negros em instituição de ensino é de tantos percente".
    Mensagem inadequada
  13. ney roriz
    16/07/2009 19:35 | editado

    O MINISTRO NEGRISTA DEMAGOGO x O MORAL DO GENERAL
    E OS INQUISIDORES DA GOTA DE SANGUE HUMILHADA

    Um ministro negro negrista do PT DE UMA ESTRELA VERMELHA ficou revoltado pelo fato de um general de 4 ESTRELAS DOURADAS , conceituadíssimo do nosso Exército Único Incolor ser contra as cotas racistas que dividirão o Brasil pela cor da pele importando sistemas estrangeiros das áfricas étnicas e estados unidos racistas .

    Claro que quem está certo é o general …. temos que elogiar isso do militar Brasileiro e da maioria Brasileira que é mestiça ( 75% a 85 % ) que não pode ser preterida pela minoria negra de família sem mestiços ( menos de 5 % ) que querem aumentar seu percentual demográfico negrista chamando todo mestiço de negro . Os poucos negristas são racializantes , agitadores oportunistas , carreiristas , demagogos , revanchistas e nunca podem se igualar com um general brasileiro de qualquer origem , mas poucos de nós independentes brasileiros afirmam isso … e quase todos sabem que os ministros negritas é que são despreparados e pelos seus passados de pelegos são oportunistas demagogos criando cotas para ganhar votos . Negro que só tem negro na família é uma minoria mini minimminiiii por isso inventam que basta uma gota de sangue negro num mestiço pra ele ser negro… como Rebouças , Machado , Caxias , Romário , Ronaldinho , Chiquinha Gonzaga , Tim Maia , Caíme , Caetano e milhares de famosos mestiços .
    Viva o povo mestiço do nosso Brasil e que estudem e vençam os nossos generais , doutores e mestres sem cota e sem racismo , como irmãos que somos e não tenhamos um país de negros e mestiços humilhados (falsos negros ) petistas de única estrela vermelha , que querem roubar vagas dos mais preparados , sejam civis ou militares brasileiros , mulatos claros , caboclos , morenos , mestiços claros , pardos ou mesmo dos ditos brancos odiados pelos excludentes negristas .
    Fora cotas ! fora cotistas ! fora negristas racistas !
    Lembro o caso de uma moça filha de um casal inter-racial , a mãe uma brancoide comum mestiça brasileira do sul o pai um mulato médio do sul .. Assim esta jovem moreninha se auto-declarou afro-descendente ( vernáculo do dicionário do besteirol racista revanchista petista ) ... A mestiça entrou para a universidade pelas tais cotas separatistas e muito mais tarde foi submetida a uma entrevista , logo desqualificada e desligada pois tinha um grande defeito , segundo ela confessou e para revolta dos racistas revanchistas , ela nunca havia sofrido a discriminação pelo racismo brasileiro . Em resumo : para os petistas negristas ( negros da nova inquisição ) se você não se sentir humilhado e preterido você é branco , e logo , mesmo tendo pai mulato não tem cota racial a seu favor ... Pergunto : e se o inquisidor fosse outro e achasse que basta ter que se declarar racialmente para ser enquadrado pois já é muita humilhação e assim deixasse a mestiça com a vaga e não colocasse no lugar um candidato menos estudioso e menos branco mesmo que o novo usurpador , mais recalcado e auto-estigmatizado fosse militante de ONGS negristas do PT ?
    Quem ? quem julgará os inquisidores e critérios nada universais e muito subjetivos que estes senhores da verdade podem arbitrar para definir quem vai estudar com nosso dinheiro de impostos de mestiços de todo tipo , alguns até sem sentir contra si qualquer humilhação racial , exceto esta de ser preterido e ter sua genética familiar desmentida ou provar mentindo que foi sempre muito humilhado por isso está tomando o lugar de outros jovens tecnicamente comprovados como menos humilhados numa escala de revanche e ódio ?
    Imagine se o general perguntasse a mim se eu era discriminado e eu afirmando que não ... ele me expulçasse ... eu nunca teria patente de oficial de artilharia ...
    e se idem na escola de engenharia ? Eu para sair engenheiro mestiço teria que inventar um racismo ressentido tipo made in USA ou se não inventasse as tais humilhções um auto-definido negro mor me chutaria fora selado , carimbado e rotulado de privilegiado raciaL BRASILEIRO explorador de afro-descndentes .
    Observem que não acho que os negros brasileiros de forma geral sejam negristas nem mesmo que todo petista seja negirsta como os ministros negros do Lula e nem afirmo que não haja preconceito diluido entre todos os concorrentes , seja de cor , raça , crença etc indepedendo do partido e da cor da pele somos sempre menos ou mais preconcituosos sim ...mas não podemos criar leis racistas .
    Mensagem inadequada
  14. cornelius okwudili Ezeokeke
    14/08/2009 09:51 | editado

    Divido aqui a notícia e os subsequentes reações:comentem!!!
    Ver Lei na íntegra Supremo nega liminar contra cotas raciais da UnB
    Extraído de: Agência Brasil - 31 de Julho de 2009
    Brasília - O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Gilmar Mendes, negou hoje (31) o pedido de liminar ajuizado pelo partido Democratas (DEM) para suspender a adoção pela Universidade de Brasília (UnB) de cotas para admissão de vestibulandos negros.



    "Embora a importância dos temas em debate mereça a apreciação célere desta Suprema Corte, neste momento não há urgência a justificar a concessão da medida liminar", afirmou Mendes.

    O caso ainda será julgado no mérito pelo plenário da Corte, mas até lá os procedimentos de matrícula na universidade poderão seguir normalmente.

    "A interposição da presente arguição ocorreu após a divulgação do resultado final do vestibular 2/2009, quando já encerrados os trabalhos da comissão avaliadora do sistema de cotas. Assim, por ora, não vislumbro qualquer razão para a medida cautelar de suspensão do registro (matrícula) dos alunos que foram aprovados no último vestibular da UnB ou para qualquer interferência no andamento dos trabalhos na universidade."

    Na ação ajuizada no último dia 21, os advogados do DEM alegavam que o sistema de cotas raciais da UnB viola diversos preceitos fundamentais fixados pela Constituição de 1988, como a dignidade da pessoa humana, o preconceito de cor e a discriminação, supostamente afetando o próprio combate ao racismo.

    Entretanto, os pareceres encaminhados ao STF pela Procuradoria Geral da República (PGR) e pela Advocacia Geral da União (AGU) foram contrários à ação.

    O procurador-geral da República, Roberto Gurgel, ressaltou que a própria Constituição Federal consagrou expressamente as políticas de ação afirmativa "em favor de segmentos sociais em situação de maior vulnerabilidade".

    Gurgel citou em seu parecer que 35 instituições públicas de ensino superior no Brasil adotam políticas de ação afirmativa para negros, das quais 32 prevêem mecanismo de cotas e outras três adotam sistema de pontuação adicional para negros. Segundo o procurador-geral, a eventual concessão do pedido do DEM pelo STF "atingiria um amplo universo de estudantes negros, em sua maioria carentes, privando-os do acesso à universidade".

    O parecer enviado pela AGU defendeu a política de cotas como uma obrigação do Estado brasileiro, respaldada na Constituição e fundamental para a redução das desigualdades no país.



    Autor: Marco Antonio Soalheiro- Repórter da Agência Brasil

    Repito,sou a favor das cotas para tentar reparar os graves erros do passado e também igualar as diferenças sócioeducativas existente no Brasil:essa é a minha opinião!!!
    Mensagem inadequada
  15. ney roriz
    15/08/2009 11:35 | editado

    Por outro lado, o Supremo Tribunal Federal (STF) ainda não julgou uma ação direta de inconstitucionalidade, que desde 2004 questiona a validade da lei de cotas. A Uerj enfrenta anualmente cerca de 400 ações impetradas por alunos que tiveram desempenho no vestibular superior ao dos cotistas, mas não conseguiram vaga. “O STF não pode ficar protelando grandes decisões, que definem políticas de Estado”, criticou Vieiralves
    29/06/2007 - 15:04 | EDIÇÃO Nº 475



    Suprema Corte americana impede que escolas tenham cotas raciais
    Juiz determinou ontem que as escolas nos Estados Unidos não poderão reservar vagas para crianças usando apenas a raça como critério.
    POR DANILO CASALETTI



    A Suprema Corte dos Estados Unidos barrou ontem os chamados programas de ação afirmativa, que garantem cotas para crianças negras nas instituições americanas de ensino público. A decisão da Corte aconteceu depois que pais de alunos de Seattle e Louisville contestaram as leis que regiam as matrículas de alunos nas escolas primárias e secundárias. A ação afirmativa é correspondente ao sistema de cotas raciais adotado por algumas universidades brasileiras, que reservam uma porcentagem de suas vagas para negros.

    Para o presidente da Corte, John Roberts, as escolas não podem usar somente a diferença racial para atingir o objetivo de equiparar de oportunidades de ensino entre todos, a proposta da ação afirmativa. Roberts defende que outros aspectos, como demografia, talentos e necessidades particulares, devem ser levados em conta na hora da classificação dos alunos participantes do programa de cotas das escolas. A decisão da Corte vai ao encontro do pensamento dos pais de alunos brancos que reclamam que os critérios são injustos e discriminatórios com as crianças brancas.

    Em 2003, a Corte havia autorizado as universidades a levar em consideração a raça como um dos critérios para admissão dos estudantes, desde que esta não fosse uma espécie de reserva de vagas. As universidades teriam que adotar outros elementos para favorecer a diversidade em seu recrutamento. A decisão, porém, foi derrubada pouco depois, por essa mesma Corte, depois que uma juíza centrista deixou o cargo e foi substituída por um colega conservador.

    No Brasil
    O sistema de cotas para negros (pretos e pardos) no Ensino Superior é uma questão controversa também no Brasil. Critérios pouco claros, a falta de uma unificação do sistema de seleção dos candidatos e a ausência de uma análise da condição sócio-econômica dos estudantes são os pontos que mais recebem críticas dos especialistas em educação e dos próprios universitários.



    Atenção
    estas notícias não são de ney roriz , que sou eu , um brancoide carioca de família mestiça feliz típica de meio milênio de mestiçagem nacional e que não deve nada nem a branco nem a preto brasileiro ou forasteiro e que temos como amigos a maioria crescente feliz de famílias cariocas de todas as procedências nacionais e mundiais e tons de pele e de todo tipo de classes sem cotas revanchistas .Nem mesmo propomos nada contra os maiores envolvidos em escravidão de negros que são seus parentes e vizinhos escuros das elites negras e mulatas escuras luso-africanas que antes milenarmente e depois modernamente por costume arraigado e ódios tribais de muitas línguas , muitas etnias , credos e rituias dividem as áfricas e se matam e se escravizam e ou vendem seus pares oficialmente ou por mercado negro de negros pois negros venderam mais negros que qualquer raça .... Estes negros culpados chegaram aqui também , muitos colaborando com esta vergonha desse passado onde negros e mestiços escuros eram armas contra as liberdades de todas cores e eram pretos feitores , capatazes , soldados , milicianos , capangas , capitães do mato , carrascos e policiais agindo contra tudo ... quer fossem invasores holandeses , ou mesmo brasilerios e protugueses insurretos ou legalistas ...e estes negros matavam e prendiam pois eram mercenários ou voluntários agrgados em nome do poder central , bandos , revolucionários , invasores extrangeiros ou de seus coronéis , inclusive como jagunços e capangas atacando quilombos e favelas , tal qual nas suas áfricas fratricidas divididas por cotas , castas e peles pretas e marrons escuras misturadíssimas de muitos tons e misturas restantes de várias chacinas , estupros , dominações mais contra crinças e mulheres por ações de imperialismos negros desagregadores ou expansionistas intolerantes e escravocratas dos quais não queremos a herança ruim da revanche . Em tempo registro negros do Brasil ( já brasileiros ? ) ajudavam a partir do Rio de janeiro os portugueses contra africanos do outro lado do atlântico combatendo angolanos reforçando tropas negras lusas das áfricas onde sempre existiram mercenários soldados e chefes cruentos negros , árabes , indianos e até brancos suiços lutando por Portugal .Muitos destes chefes e mercenários negros e mulatos escuros fromaram nossa elite escura liberta primitiva da brasilidade sem cotas . Quem desjar ver o maior índice de negros e mulatos escuros soldados e superiores usados na repressão social generalizada com bons e maus resultados basta ver a história e o presente da polícia miltar do rio e suas ações e lá ainda não inventram cotas .
    Mensagem inadequada
  16. cornelius okwudili Ezeokeke
    05/11/2009 09:13

    CAROS AMIGOS,DIVIDO AQUI NOVAMENTE AS TESES QUE ACHEI INTERESSANTE ACERCA DESSE ASSUNTO:AÇÕES AFIRMATIVAS.Espaço Acadêmico HomeAbout
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    AÇÃO AFIRMATIVA – É necessária uma nova Abolição?
    Novembro 4, 2009
    por Muniz Sodré

    Há uma questão atravessada na garganta de grupos empenhados na defesa das políticas afirmativas da cidadania negra. Trata-se de saber por que os jornalões (nome talvez mais palatável do que “grande mídia impressa”) brasileiros não dão voz alguma a quem se manifesta favorável a medidas como a instituição das cotas ou ao Estatuto da Igualdade Racial. Como bem se sabe, esses jornais vêm dando largo espaço a jornalistas e intelectuais decididos a demonstrar que as ações afirmativas constituem uma nova forma de racismo, já que raça não existe e, ademais, como a população brasileira é predominantemente miscigenada, todos os nossos concidadãos teriam a sua cota de negritude. Logo, não faria qualquer sentido ficar procurando saber quem é negro ou branco para proteger o primeiro.

    Foi essa a questão debatida nos dias 14 e 15 de outubro, durante o seminário “Comunicação e Ação Afirmativa: o papel da mídia no debate sobre igualdade racial”, realizado na Associação Brasileira de Imprensa por entidades como Comdedine, Cojira e Seppir. É bem sabido que há vozes discordantes das opiniões oficiais dos jornalões, por parte de jornalistas de peso, alguns dos quais pertencentes aos quadros desses mesmos jornais. É o caso de Elio Gaspari, Miriam Leitão e Ancelmo Gois. Estes dois últimos, aliás, foram palestrantes no seminário.

    Uma instituição retrógrada

    Na mesa sobre “a responsabilidade social da mídia e o debate sobre raça” – que dividi com a jornalista Márcia Neder, da revista Claudia –, comecei afirmando que há certas visibilidades que nos cegam. O sol, por exemplo, se tornado excessivamente visível (olhado de frente), nos impede de enxergar. Mas há também objetos sociais que, se tornados visíveis demais, podem bloquear a visão de quem antes acreditava ver. Parece-me ser este o dilema da cor, do fenótipo escuro, na atualidade brasileira, onde vislumbro um caso de cegueira cognitiva.

    De fato, a questão vem sendo tratada como ser pró ou contra o racialismo. A maioria dos favoráveis a propostas como o Estatuto da Igualdade Racial, cotas para universitários etc., lastreia os seus argumentos com as razões do anti-racismo; os desfavoráveis, embora reconhecendo a existência episódica e anacrônica de incidentes racistas, tentam fazer crer que vivemos no melhor dos mundos em termos de conciliação das diferenças étnicas e que seria, portanto, um retrocesso civilizatório racializar a população. Curioso é que esses mesmos argumentos desfavoráveis, sem que seus autores se dêem conta, são racialistas em última análise, ao apelarem para as noções de miscigenação biológica.

    Por outro lado, de modo geral, todos se habituaram a pensar na escravidão ora como uma mácula humanitária, ora como um anacronismo, uma instituição retrógrada na história do progresso. Vale, entretanto, apresentar uma opinião de outro matiz, a de Alberto Torres, autor de O Problema Nacional Brasileiro. Foi um dos grandes explicadores do Brasil entre o final do século 19 e início do 20.

    A saudade do escravo

    Conservador em termos sociais (refratário à urbanização e à industrialização), propugnador de uma República autoritária, Torres revela-se, entretanto, interessante em termos metodológicos e teóricos. Diz em seu livro que “a escravidão foi uma das poucas coisas com visos de organização que este país jamais possuiu. (…) Social e economicamente, a escravidão deu-nos, por longos anos, todo o esforço e toda a ordem que então possuíamos e fundou toda a produção material que ainda temos”.

    Torres era, insisto, autoritário e conservador. Gerou epígonos como Oliveira Vianna, esse mesmo que chegou a justificar em sua obra o extermínio do “íncola inútil”, isto é, do habitante das regiões empobrecidas do país. Era, entretanto, um conservador diferente: discordava das teses sobre a inferioridade racial do brasileiro, não era racista. Sua frase sobre a escravidão é algo a ser ponderado, principalmente quando cotejada com o dito de Joaquim Nabuco: “A escravidão permanecerá por muito tempo como a característica nacional do Brasil. (…) Ela envolveu-me como uma carícia muda toda a minha infância” (Minha Formação).

    É célebre essa passagem sobre a memória afetiva da escravidão – a saudade do escravo. Ela é a superfície psicológica do fato histórico-econômico de que as bases da organização nacional foram dadas pelo escravismo. Por isso, vale perguntar que apreensão os brasileiros fazem desse fato, pouco mais de um século depois da Abolição.

    Perpétuos cães de guarda

    Alguns pontos devem ser considerados:

    1. A palavra “apreensão” não diz respeito a concepções intelectuais, e sim, à incorporação emocional ou afetiva do fenômeno em questão. No interior de uma forma social determinada, nós apreendemos por consciência e por hábito o seu ethos, isto é, a sua atmosfera sensível que nos diz, desde a nossa mais tenra infância, o que aceitar e o que rejeitar.

    2. A reinterpretação afetiva da “saudade do escravo”, que envolve (a) as relações com empregadas domésticas e babás (sucedâneas das amas-de-leite); (b) o afrodescendente como objeto de ciência (para sociólogos e antropólogos); (c) imagens pasteurizadas da cidadania negra na mídia.

    Diferentemente da discriminação do Outro ou do racismo puro e simples, a saudade do escravo é algo que se inscreve na forma social predominante como um padrão subconsciente, sem justificativas racionais ou doutrinárias, mas como o sentimento – decorrente de uma forma social ainda não isenta do escravagismo – de que os lugares do socius já foram ancestralmente distribuídos. Cada macaco em seu galho: eu aqui, o outro ali. A cor clara é, desde o nascimento, uma vantagem patrimonial que não deve ser deslocada. Por que mexer com o que se eterniza como natureza?

    Nada, portanto, da velha grosseria racista, da velha sentença de “pão, pano e pau” proferida pelo padre Antonil a propósito dos negros. Não há mais lugar histórico para o “pau” desde a Abolição, ou melhor, desde a Lei Caó. O argumento explicitamente racista não leva ninguém a lugar algum no império das tecnologias do self incrementadas pelo mercado e pela mídia.

    Mas é imperativo para o senso comum da direita social que as posições adrede fixadas não se subvertam. O escravismo é mais uma lógica do lugar do que do sentido. É dele que, de fato, têm saudade os que acham um escândalo racial proteger as vítimas históricas da dominação racial. E os jornalões, intelectuais coletivos das classes dirigentes, não fazem mais do que assim se confirmarem ao lhes darem voz exclusiva em seus editoriais e em suas páginas privilegiadas, ao se perpetuarem como cães de guarda da retaguarda escravista. É oportuno prestar atenção à letra da canção de Cartola (“Autonomia”) em que ele afirma a necessidade de “uma nova Abolição”.
    __________

    Fonte: Observatório da Imprensa, 03/11/09, disponível em http://observatorio.ultimosegundo.ig.com.br/artigos.asp?cod=561CID001 [enviado por Regina M. A. Machado]
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  17. Fernando Stefanes Rivarola
    05/11/2009 12:48

    Toda vez que se fala em cotas, estatuto de igualdade racial e outras bobagens "afirmativas", penso que estamos sendo hipócritas ou mal intencionados. Como as leis são feitas por políticos profissionais, entendo que as duas coisas estão sempre presentes, concomitantemente. A questão é simples, se é preciso de lei, então é porque não há igualdade e na verdade não há mesmo, só que a desigualdade não é de raça, porque essa, só existe uma, a humana; a desigualdade é social e atinge brancos, pardos, negros, amarelos indistintamente. Na minha opinião, essas tais ações afirmativas não passam de "migalhas" que caem da mesa farta do dinheiro público dada aos que querem eternizar-se como coitados, excluídos, simplesmente porque no passado longínquo tiveram parentes escravizados. De se lembrar que os brancos também já foram escravizados, haja vista a Roma antiga onde qualquer ser humano que não fosse romano e tivesse a má sorte de ser capturado, serviria como escravo em Roma, portanto, penso eu, nada de cotas para ninguém, chega dessa história idiota de que temos uma dívida histórica com os negros e índios!
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  18. *Dilla*
    05/11/2009 15:06

    Cito a máxima Aristotélica " os iguais devem ser tratados de maneira igual, e os desiguais de maneira desigual na medida de suas desigualdades"
    Concordo que não deveria existir cotas, mas não podemos ser hipocritas, pois o precoiceito ainda existe, principalmente com os negros.
    Acho que todos tem competência para passar num vestibular, não adianta o Estado "mascarar"um problema historico, politico, econômico e social.
    O problema é uma questão cultural, pessoal de cada um mudar seu modo de lidar com aqueles que julgam ser diferentes...
    Mensagem inadequada

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