1. Rodrigo Schmitt
    29/02/2008 12:28

    Penso que as universidades deveriam todas de um modo Geral se posicionar contra as cotas para Negros,porque a constituição diz que somos todos Iguaias perante a Lei,sem distinção de qualquer natureza,então porque essa de que tem que haver uma porcentagem para os Negros.A Capacidade está dentro de cada ser humano,e não em função desa ou daquela cor;É um assunto polêmico e gostaria que todos deixassem suas opiniôes.
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  2. Germano Schulz
    29/02/2008 17:23 | editado

    Na verdade eu sou a favor de que se acabe é com a mentalidade tacanha daqueles que comandam o país e utopicamente atuam em favor do bem geral, diga-se o povo. Que se ofereça ao cidadão meios para que estes adquiram, conforme manda a Constituição, os meios para que realmente se forme e se eduque os filhos da nação.
    Os países que investiram em educação veem hoje uma maior qualidade de vida de seus cidadãos.
    Fala-se do efeitos da escravidão imposta aos negros pelos brancos, mas não se fala de escravidão dos negros pelos próprios negros, assim com sua comercialização.
    Além do que a escravidão data desde os primórdios da civilização humana.
    Para concluir, defendo que todos somos iguais; ou pela teoria cristã, ou pela ciência. Portanto, entendo que sistema de cotas não passa de uma forma de discriminação.

    Germano

    03/01/08
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  3. Rebeca
    29/02/2008 17:40

    Sou negra, oriunda de uma família de baixa renda. Meus pais não tiveram oportunidades para ter uma formação, porque desde muito cedo tiveram de trabalhar para ajudar no sustento da família. Meus avós paternos foram escravos, meus avós maternos índios. Tudo sugeriria que eu desse continuidade a esta história...no entanto, meus pais mesmo com os poucos recursos que tinham, me ensinaram que somos responsáveis pelas nossas conquistas, e que ser negro nãoo é desculpa para ser incapaz. Me dediquei aos estudos, e mesmo tendo de trabalhar cedo, e mesmo tendo feito o segundo grau em uma escola pública, fui aprovada em uma faculdade estadual e hoje sou engenheira e tenho uma carreira de sucesso. Nunca precisei de cota ou de privilégios para chegar onde cheguei. Acredito, que o que se conquista fácil não é valorizado e quem entra em uma universidade só por ser negro mas estando abaixo do nível de conhecimento dos demais, dificilmente chega ao final do curso.
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  4. Erick
    05/03/2008 06:26

    Cliquei aqui só para olhar a discussão, mas diante das opiniões uníssonas decidi manifestar a minha. Respeito e entendo as opniões dos colegas acima, todavia, não posso concordar com elas. Analisando sob o aspecto jurídico que no nosso contenxto, o de um fórum jurídico, é a discussão primária creio que a instituição duma política de quotas não viola o princípio da igualdade. Para os senhores o que é igualdade? Tratar todos igualmente? Se assim pensam estão completamente enganados! Igualdade é mais do que isso, é tratar igual os que estão em condição de igualdade, mas também tratar desigualmente os que estão em condição de desigualdade, de maneira a reduzir ou compensar essa desigualdade. E é isso o que faz a política de quotas, garante uma maior facilidade, não se enganem não tão maior assim, apenas na entrada para os cursos universitários em universidades públicas. E outras políticas, talvez garantam algumas facilidades econômicas para estes alunos quotistas. Desse modo, no plano jurídico a medida é perfeitamente constitucional, a meu ver. Os senhores trazem aqui uma discussão política que, penso eu, embora interaja não deve se confundir com a jurídica. Respeito suas posições políticas mas discordo delas novamente.
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  5. Germano Schulz
    02/04/2008 12:31

    Caro Erick todo conflito social, político, ou de outras vertentes, dia ou outro vão se tornar questões jurídicas, portanto não há só o aspecto jurídico, político, etc, envolvido. Oportunamente vou lhe transcrever de um livro escrito por um Juiz esse entendimento, pois ele dá maior clareza a esse tema. Aguarde. Prometo que não vou esquecer. O importante e debatermos, pois assim podemo nos conscientizar de nossas falhas e evoluir. Não estou dizendo, com isso, que alguém esteja errado.

    Germano. Byeeeee.
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  6. Erick
    04/04/2008 09:28

    Aguardo ansiosamente, Germano. Também concordo contigo que o importante é discutir, pois embora concorde com a adoção de quotas, verdade seja dita, elas não foram discutidas nem debatidas na sociedade.
    Abcs.
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  7. Germano Schulz
    24/04/2008 10:54

    Oi Erick, estou cumprindo com o prometido; ai vai:

    "Fato jurídico. Ato jurídico. Relação jurídica. Direito real e pessoal.

    No mundo dos acontecimentos existem aqueles que, por sua relevância, interessam ao direito. Vários fatos ocorrem na vida cotidiana do homem sem que tragam qualquer reflexo no mundo do direito. Os fatos passam a interessar ao direito a partir do instante em que se sujeitam à disciplina de suas normas, especialmente através da lei. Surgem, então os fatos jurídicos. Os fatos jurídicos surgem com a incidência da regra de direito sobre os fatos sociais, dele resultando as relações jurídicas e, com elas, o direito subjetivo. Assim, esse direito pode consistir na faculdade de alguém exigir de outrem uma prestação positiva ou negativa (dar,fazer ou não dar), em decorrência daquela relação jurídica, que emergiu de um fato jurídico (geralmente um ato jurídico ou ato ilícito)."

    Extraído do livro:
    MANUAL PRÁTICO DE DIREITO IMOBILIÁRIO
    de Jorge F. A. Felipe

    Espera que tenha sido útil.

    Germano, até a próxima. Byeeeeee.
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  8. Gabriel Fenocchio
    24/04/2008 16:14

    Sou contra as cotas raciais nas universidades, é demagogia chamar de vagas certas de oportunidade e igualdade.

    universidade pública é por mérito, não por cor, credo, sexo, qualquer outra coisa.

    Imaginemos num futuro próximo um negro no mercado de trabalho, as pessoas dirão, esse é das cotas ou é dos capacitados?

    O que o Brasil precisa é dar acesso a todos a um ensino fundamental e médio de qualidade, fazendo com que cada um possa ter chances, por seus próprios méritos, de alcançar a sua vaga. Não garantir resultados.

    Veja o absurdo em que chegamos: negros tem vagas em concursos públicos!

    Se vc fez uma universidade, coisa que poucas pessoas alcançaram, por que a vaga será sua por causa da sua pele? Que dívida social é essa? Perpetuação dos erros?

    Eu estudei mais que vc, mas não sou negro, então minha vaga será sua, embora tenhamos a mesma formação e não a mesma preparação. Tanto concursos, quanto vestibulares o objetivo, própósito é a selecionar o melhor candidato, que tenha mais mérito, não garantir vagas a ninguém.
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  9. Talita Negri
    25/04/2008 10:43

    Boa Tarde colegas...


    Também sou contra o sistema de cotas. Existem, e isso é do conehcimento de todos, muitas famílias paupérrimas, sem condição alguma para viver, que são brancas, amarelas, negras, de todas as "cores" e raças que possam existir.

    Não são só os negros que não tem condições de viver bem e estudar, como se ouve muito por aí. Não sou racista, mas o problema não está nas raças, mas sim em um governo que não pensa em mudar e renovar as bases da sociedade, que vem a ser a família, a escola, a conscientização da população em geral. Deveria sim pensar em preparar e equipar melhor as escolas fundamentais, e de ensino médio, para que os alunos de baixa renda, não só os negros, possam ter qualidade de ensino, e com essa qualidade ingressarem em uma faculdade por méritos próprios, não por um sistema que lhe dá uma vaga por sua condição racial.

    Como diz o ditado, "... deve-se ensinar a pescar, e não apenas dar o peixe".

    Se não ocorrer uma forte preparação e dedicação do estudante, este não irá dar o devido valor, que a tão sonhada vaga para muitos, merece.

    Por isso, acredito que o sistema de cotas não vem a ser a solução para nosos problemas sociais, e sim um causador de conflitos a mais...

    Abraços...
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  10. Richard Poli Soares
    30/04/2008 16:26

    Sou, absolutamente, a favor das cotas. Isso é o mínimo que o Estado Brasileiro pode oferecer, no momento, como forma de reparação por tão longo período de discriminação contra os menos afortunados financeiramente. Igualdade é tratar os desiguais de forma desigual. O negro, o índio, o oriundo de escola pública não tem como concorrer com o filhinho de papai que estudou em ótimos colégios durante o segundo grau, frequentou ótimos cursinhos pre-vestibulares, isso é uma singela compensação social.
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  11. Germano Schulz
    06/05/2008 12:14

    Richard p Soares, veja bem, a algum tempo foi noticiado que, na prova para admissão na OAB, um grande número de recém formados em direito não foram aprovados; bem ou o curso na faculdade não é bom, ou, o que eu acho mais provável é que, como os candidatos são de várias faculdade, o que ocorre é que estas pessoas não tiveram um ensino adequado durante os primeiro e segundo graus. Então do que vale facilitar o acesso a faculdade se os candidatos não estão realmente preparados. Vamos colocar no mercado de trabalho um monte de canudos que não vão valer nada, e estas pessoas vão acabar trabalhando como lixeiro. Não que a profissão seja indigna, nada disso.

    germano, beyeee.
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  12. Erick
    07/05/2008 06:48

    Pelo amor de Deus Germano!!!! Com o devido respeito, você agora está repetindo o discurso nazista do coordenador do curso de medicina aqui da UFBA. Afirmar que o baixo desempenho de algumas faculdades na OAB se dá por causa dos quotistas é insustentável. Olha só, já a algum tempo a UFBA disponibiliza 40 % de suas vagas a alunos oriundos de escolas públicas, isso em todos os cursos e no último exame nacional da OAB essa mesma universidade teve a maior aprovação na OAB do Brasil, sendo que o segundo lugar também foi da Bahia e também de uma instituição que adota a política de quotas - a UESF. É óbvio que a baixa aprovação na OAB se dá em virtude do crescimento de cursos que, literalmente, vende diplomas. Não se pode mudar a realidade!!!! Em segundo lugar, ser a favor ou contra a política de quotas é questão de opinião pessoal, que deve ser, obviamente, respeitada. O que não se pode é dizer que a medida é inconstitucional porque não se gosta dela. Se se é contra ela que se utilze dos meios democráticos cabíveis. O que não se pode é inventar inconstitucionalidade onde não há.
    Abcs.
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  13. Ulisses Soares Passos
    09/08/2008 23:23

    Definitivamente deve ser seguido os grandes Princípios do Estado Democrático de Direito: Princípio da Dignidade da Pessoa Humana e Princípio da Isonomia. Sendo inadmissível qualquer conteste no âmbito jurídico que não esteja condizente a esses basilares princípios.

    Destarte, apoiar o sistema de cotas nas universidades é estar condizente com o supracitado Princípio da Dignidade da Pessoa Humana. Todavia ser contrário a política de cotas nas universidades é uma atitude que fere o princípio da Isonomia, haja vista que este fundamento relaciona-se com o tratamento dos desiguais nas medidas das suas desigualdades.

    É ridículo afirmações acima que discutem acerca da fisiologia ou do aspecto físico como grau de capacidade, enquanto se deve pautar na análise histórica, do período de escravidão pelo qual os africanos e seus descendentes foram submetidos onde cerca de 70% de existência do Estado brasileiro. O homem e a mulher negra, ou seja, a família preta foi considerada como "res", não sendo possuindo seus direitos enquanto pessoas naturais plenamente capazes de exercê-los.

    A dívida histórica do Estado brasileiro reflete-se em todas as etapas da sua ineficácia para com o povo preto. Saúde, Educação, Moradia, Transporte, todos os deveres de contrapartida do Estado são sucateados para esta parcela da população.

    Alguns afirmam que a questão perpassa pela condição ou problemática social, entretanto não passa de outra falácia. A questão central do Estado Brasileiro continua sendo o racismo imperioso deste para com a população preta. Verifica-se, a nível exemplificativo, que não há nenhum descendente de italianos, japoneses, alemães, espanhóis, franceses nas sinaleiras limpando vidros de automóveis, ou como pequenos palhaços mirins com manobras de circo. No entanto, verificam-se descendentes de africanos, pretos e pobres do qual o direito e as oportunidades foram cerceadas antes do seu nascimento pela política da escravidão, séculos antes, e a política do racismo imperiosa hodiernamente.

    Assim, a política de cotas nas universidades e o estatuto da Igualdade Racial são medidas muito além da defesa dos referidos princípios constitucionais, mas, restituições do Estado brasileiro para com o povo preto, com sua cultura, com sua mão-de-obra não paga, com sua história manchada de sangue por esse Estado. Sendo então o mínimo que o Estado brasileiro pode fazer para garantir a indenização e os supracitados princípios do Estado Democrático de Direito.
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  14. Pablo Santos
    13/11/2008 12:33 | editado

    Eu me faço valer das exelentes discursões de meus colegas acima, para afirmar que cotas para negros é um ato discriminatório e RACISTA, eu sou Pardo (De acordo com o descrito no meu alistamento militar). Quando eu faço provas ou concursos, SEMPRE realizo minha inscrição com a coloração de pele ("Branco"), no entanto eu passei em 2 universidades federais, 1 estadual.
    Minha família sobrevive com 5 salários mínimos mensais.
    Eu estudo muito para ser o que sou hoje, RESUMINDO, a princípio, posso me valer da minha etnia, situação financeira, no entanto, concorro de igual forma, não é como sou, ou de onde eu venho que vai mudar meu futuro, uma vez que quem mora na periferia, baixa renda e coloração mais escura, que vai necessariamente ser um bandido, traficante, incapaz etc.

    Caso queiram um Exemplo de superação, pesquisem no Google, Dr. Rodrigo (Arqueólogo PhD. de reconhecimento mundial), Ben Carson (NEUROCIRURGIÃO de reconhecimento mundial), LEIAM AS HISTÓRIAS DE VIDA DE CADA UM e VEJAM, se necessita COTAS para alguém vencer na vida.

    Att.
    Mensagem inadequada
  15. Marisa
    13/11/2008 20:07

    Olá a todos

    Como é que se define quem é negro e quem é branco? Só lembrando o caso de dois gêmeos, que se declararam negros para conseguir o benefício da cota, na mesma faculdade. Pedido julgado por pessoas diferentes. Um foi considerado negro e ganhou o benefício; o outro não. E aí? Detalhe: os dois são da mesmíssima cor.
    Claro que depois do "oba oba" da imprensa, a faculdade voltou atrás na classificação. Mas convenhamos, cor da pele não significa nada.
    Alguns de nós descendem de escravos, outros de índios e outros de imigrantes que imigraram justamente por serem das camadas mais baixas da sociedade em seus países.
    Mais importante do que cotas, vamos batalhar para uma escola de boa qualidade para todos.

    Abraços

    PS. se alguém se interessar pela reportagem, foi na Revista Veja, depois eu informo o nº (a resvista está na escola)
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  16. J. E. D. R. R. F.
    03/12/2008 02:58 | editado

    É engraçado invocarem aqui o princípio da igualdade (na vertente substancial do «tratar os iguais como iguais e os desiguais como desiguais na medida da desigualdade»)... quer dizer então que estão reconhecendo que os negros (afro-descendentes, afro-brasileiros, pessoas de côr, ou seja lá do que prefiram chamar) são desiguais? Mas não é precisamente esta idéia que configura racismo? Hehehe... é muito engraçada essa antinomia de discurssos: Não podemos ser tratados de forma desigual pelo simples facto de sermos negros!!! Opa, mas se for um tratamento desigual que apenas venha a nos beneficiar então tudo bem... Devemos ser tratados de forma desigual pelo simples facto de sermos negros.

    Igualmente engraçada é a defesa da outra tese segundo a qual o sistema de cotas é uma medida excelente pq vem permitir que os negros entrem nos cursos superiores muito embora não tenham estudado nos colégios fantásticos que só os filhinhos de papai (entenda-se os brancos) podem estudar. Começando pelo fim, se todo o branco é filhinho de papai, então há aqui alguém que acabou de cometer o crime de racismos... Ups... desculpem, esqueci que apenas os brancos cometem racismo. Voltando à questão central, o que poderiam me dizer relativamente aos negros que estudaram em escolinha particular? Esses são duplamente beneficiados? Ou devem ser considerados brancos pelo facto de terem estudado no melhor colégio privado do Brasil, muito embora tenham a pele da côr do asfalto?

    Digo e repito... isso é muito engraçado (... muito).

    Preto passou a ser sinónimo de pobre. Branco passou a ser sinónimo de rico. Estão a defender as cotas com base na menor capacidade económica dos negros, mas se a questão fulcral é a menor capacidade económica, então deveríamos estar a defender o sistema das cotas para os pobres e não para os negros.

    É... isso não é engraçado, é revoltante. Eu só me rio por ficar nervoso com esses raciocínios oportunistas e ridículos.
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  17. ney roriz
    11/03/2009 23:14 | editado

    universidade não é para maioria ( nem para todos ) ... a maioria deve ser ajudada por nossos impostos a estudar até o nivel mediano de toda sociedade e daí por diante apenas aqueles que até este estágio mostaram especial condição de mais dotados , mais dedicados e mercedores devem ser patrocinados se pobres forem independente da cor e ou da mulatez ou amarelice e até mesmo sendo rico deveria ser estimulado . O genial deve receber ajuda de todos até o fim , o medíocre somente merce ajuda até o patamar médio seja afro-isso ou euro-aquilo ... somos todos mestiços e nossos antepassados de qualquer raça em qualquer época podem ter sido escravos ou dominadores , inclusive muitos negros podem ter sido colaboradores escravagistas , escravocratas e racistas , seja negociando escravos ou como capataz , feitor , capitão do mato , ou PM matador ou terrorista tribal atual racista por etinias africanas e idem os índios e ciganos . Registre-se em tempo que os maiores abolicionistas sempre foram brancos e mulatos claros e que tiveram eco na maioria da sociedade mestiça principalmente no Rio RJ , nosaa maravilha cultural mestiça cosmopolita de ciganos , marujos , piratas , artistas e bons malandros .
    Se um pobre é bem dotado deve ter estudos pagos por todos nós e se é genial deve ir à faculdade sim , mas independe de sua raça e coloração clara ou escura .
    Eu e meu Brasil carioca ( cariboca , caboclo ) temos descendentes e ascendentes na maioria de negras e índias escravas e mestiças escuras dominadas ou bem amadas por maioria de brancos e mestiços claros dominadores ou bons amantes . Domínio e ou amor interraciais existem sempre em todas as civilizações . SOU POR AJUDAR A QUEM TEM MÉRITO A PARTIR DA INFÂNCIA ou quando mostrarem vontade clara ,,,, E PRINCIPALMENTE AOS MAIS POBRES que a média ATE ALCANÇAREM a escolaridade MÉDIA NACIONAL INDEPENDENDO DE RAÇA ou histórias de revanchismo . A mania de doutorismo e bacharelismo é uma praga mas se afropetistas desejarem podemos gastar nossos impostos para criar cursinhos prepartórios até que os desjosos treinaem e exercitem o estudo a ponto de serem bem sucedidos nas classificações em concursos universais sem cotas e apenas por mérito intelectual sagrado e indepedendo de apadrinhamentos , demagogias , inquisições ou racismos .
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  18. Janice_1
    15/03/2009 23:55

    Acho que criar um sistema de cotas para negros, é uma clara expressão de racismo.
    Somos todos iguais, e não é a cor da pele que vai tornar alguém menos inteligente, tanto um negro quanto um branco, podem estudar, se esforçar e entrarem na faculdade que almejarem. Não precisam de cotas, não são incapazes.
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  19. vamadasi
    20/03/2009 02:22 | editado

    SAUDAÇÕES
    A verdade e que com cotas ou nao, o negro está excluido do sistema de educação superior, realmente nao e a cor de uma pessoa que a exclui de realizar qualquer tipo de coisa, mais estamos no Brasil, e o fato da lei dizer que somos todos iguais perante a lei , não e bem assim que as coisas acontecem a realidade e bem outra, o negro no Brasil nao e vitíma de sua cor , mais sim, herdeiro de uma politica de governo excludente que previlegia a minoria da populãção, levando o negro a marginalidade, a ponto de hoje em pleno seculo XXI , ser criado e efetivado a lei de cotas para estudante negros de baixa renda, e estudantes originarios de escola público, com esse sistema de cotas ( PROUNI governo federal) o Governo deixa bem claro , primeiro: que o ensino publico no Brasil nao e de qualidade o suficiente a ponto de capacitar os estudantes negros de baixa renda ou estudantes originarios de escola publica , para competir em pé de igualdade com alunos de de classe media a alta ou escolas privadas.
    segundo: não precisaria existir cotas para o ingresso ao ensino superior se o Governo brasileiro investir-se em educação de qualidade nas escolas publicas. E mesmo se o Governo começa-se hoje a investir de verdade no ensino publico no brasil , levaria no minimo uma decada para se ver uma mudança efetiva na educação.
    entao eu pergunto o que fazer com toda uma geraçao em idade escolar que , tem sonhos e vontade de ingressar numa univesidade publica, com o nivel de concorrencia que existe hoje? em 2004 fiz vestibular para UFRJ , houve 35 mil inscritos para 3.445 vagas como um aluno negro de baixa renda ou originario de escala publica, podem competir em meio a tudo que escrevi ate aqui??
    a questão das cotas nao devem ser vista com superficialidade, o ser humano e fruto do meio em que vive, o foco da discursão do pro ou contra as cotas deveria está nao na cor do individuo, e sim, ser questionado e cobrado do Governo, que se omite as necessidades basicas do individuo de baixa renda em nossa sociedade, um povo intelectualmente desenvolvido, e um povo autonomo, a ultima coisa que nossos governantes pretendem e formar um povo autonomo.
    existem outros pontos que nao poderei citar aqui, mais direi mais uns que poucos levam em consideração.
    a reserva de vagas para negros no ensino superior e garantida mediante a maior nota obtida entre os cotista negros candidatos ao curso de graduação.
    outro ponto decisivo e a situação socioeconomica deste cotista tem todo um criterio para se adquirir a bolsa de estudo dentro do sistema de cotas,
    a cota nao e um presente caido dos ceús e nem uma bondade dos Governantes para com os estudantes negros de baixa renda e estudantes originarios de escola publica.
    particulamente nao gostaria que as cotas existissem que realmente a lei considera-se todos os individuos iguais perante a lei, quando a lei não e cumprida temos que tentar novos caminhos para chegar até lá.
    a igualdade entre os homens e uma utopia, medidas emergenciais apesar de nem sempre ser o ideal, em um dado momento se faz preciso.
    eu penso que as cotas sejam isso.
    ( Vamadasi )
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  20. cornelius okwudili Ezeokeke
    20/03/2009 10:03

    Em primeiro lugar,devo reconhcer a pertinência dessa discussão e parabenizar a todos(as) pelas contribuições que são diversificadas e ricas.Isso ajuda a tercer reflexões que nos possibilitará um inserir na situação Histórica geradora dessa problemática.Segundo,a minha opinião acerca desse assunto,levando em consideração de todas as colocações aqui postadas,é positivamente a favor das cotas.Não no sentido da cor ou raça,uma vez que o conceito da raça,ao meu ver está equivocado:só temos uma raça(a raça humana).Agora,quando se trata da condição do negro no Brasil e tendo em vista a sua realidade marcada pela escravidão,devo reconhecer que na escola,os problemas do negro é grandioso.As dificuldades do negro no ensino foram causadas no passado e a sua consequência perduram até hoje.Acho que a inclusão educacional deve ser pensada a partir do sistema de cotas.Embora eu esteja de acordo com as cotas,vale frisar que não é no sentido de longo prazo senão a curto prazo,até que seja resolvida a grande questão de desigualdade existente no pais.Muitos afirmam que não são racistas,não tendo necessidade de se conversar sobre a situação do negro no Brasil,especialmente quando se trata das questões relativa a educação inclusiva.As pessoas pensam que pelo fato de se dizer que todos são iguais perante a lei,isso queira dizer que todos estejam realmente iguais de fato.Criar sistema de cota para negros a meu ver não se configura de racismo mas a curto prazo,uma forma de amenizar a situação dos negros marcada pela exclusão politico-sócio-educativa em que são criminosamente mantidos desde época colonial.Não há como se falar que os negros têm oportunidades iguais,se desde criança se viu forçado a trabalhar para o sustento da familia,sem poder estudar.Há ainda a questão de escolas públicas imprestáveis em que estão inseridos.As pessoas também tende a generalizar as coisas,quando há um único negro(a)que se sobressaiu,pensa-se logo que o mesmo é igual para todos,sem realmente analizar cada caso especifico.Gostaria de perguntar quem pensa que as cotas deveriam ser destinadas para os pobres e não para os negros,se sabe quem são maioria dos pobres do Brasil?.
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  21. ney roriz
    27/03/2009 18:27

    Já externei idéias antes mas agora vou falar de mim e perguntar +++
    Sou mestiço carioca de muitas gerações de ciganos mestiços , ibéricos mestiços de judeus e mouros , mulatas das ilhas e das costas afro-portuguesas e índias das índias e indioides destas terras tupiniquins , de quebra uns avós franceses sararás . Nasci claro e xingado de gringo , russo , alemão , galego , carcamano , rato branco e branco azedo ... tudo isso no pé do Morro da Primavera onde morava o Sergio Cabral Pai depois veio o Morro do Juramento do Escadinha ... de família pobre brincando nas valas negras entre negros e mulatos majoritários sempre fui bom na escola ... minha mãe quase analfabeta de olhos verdes e pele clara tinha o cabelo carapinha sarará como minha avó e os lábios que não negavam a mulatez .... minha mãe mandava no morro , na água , na luz e na fé carioca dita afro-brasileira mas que também é ibérica –cigana – oriental e cabocla passando pelo espiritismo francês e indiano .... comecei a dar aula de matemática no pé do morro , baratinho , ensinava aos 14 anos imitando um professor que me deu aula por 6 meses aos 13 de idade quando fui expulso do colégio .. este mestre era negro e morava lá no alto do morro de ladeiras lamacentas .... ele me ensinou a aprender e a ensinar numa carvoaria cavada no pé de um barranco e eu alérgico a carvão e querosene sofri mas aprendi com aquele preto maneiro ... eu mestiço racial e cultural ....fui , anos depois , o primeiro da família à entrar na universidade e eu fui o primeiro estudante de engenharia que o bairro conheceu .... eu mesmo antes nunca tinha visto um ......... pois em 1962 ENTRAR NUMA ENGENHARIA DA UFRJ ...
    Eu moleque brigão do pé do morro , sambista e filho de mãe de santo ???
    Sou do tempo que ensino particular era coisa de rico dito burro .
    AGORA AS PERGUNTAS :
    Existiram escravos brancos , judeus , árabes , ciganos , índios e amarelos ? e as cotas ?
    Todos as escolas particulares são melhores que todas as públicas ?
    Os mestres de escravos negros vendiam negros no oriente e no ocidente ?
    Os negros escravizaram e mataram por séculos seus vizinhos negros ?
    Teriam cotas para brancos no Funk , Samba , no Box ou Candomblé ?
    No Rio a maioria dos Formandos de Comunicações são descendentes de negros ?
    Os filhos de migrantes pobres japoneses , árabes e europeus estudam mais que nós ?
    É das cultivadas culturas negras e índias no Brasil a dedicação às artes ou às ciências ?
    Rebouças no Império era amigo do poder e homem rico da engenharia ... era negro ?
    Seria justo cotas para negros na fórmula um , no jóquei , na natação , no xadrez etc ?
    Chica da Silva foi Sinhá rica cruel ...e os herdeiros de tipos como ela vão ter cotas ?
    Se um descendente rico do Pelé estudar no Pedro Segundo ele tem cota ?
    Um branco estuda em particular mas fica pobre órfão aos 16 anos , perdeu a cota ??
    Chico Rei rico , comprou alforria com ouro roubado mas seus descendentes e as cotas ?
    A maioria dos bandeirantes eram ricos e cruéis mestiços de índios ... e as cotas ?
    Muitos capatazes , capitães do mato e feitores eram negros e mulatos ... e as cotas ?
    Negros revoltados mataram muitos senhores , alguns morreram inocentes ... e as cotas ?
    Abolicionistas eram brancos e mestiços e patrocinavam fugas e quilombos .
    A maioria dos europeus abominavam a escravidão e eram prejudicados por ela ?
    A maioria de meus amigos é de negros e mulatos e meu nome é Ney Roriz .
    Sem conhecer .. vc tem que escolher entre um médico cotista e outro de mérito ..e aí ???
    Mensagem inadequada
  22. Jaime
    27/03/2009 22:30

    Caros colegas,
    Esse tema é recorrente. Há um tempo atrás trouxeram o tema à debate e sobre ele me manifestei. Não tenho preferência e nem discrimino ninguém pela cor, origem ou credo. Todos são seres humanos e como tal merecem tratamento digno. Vivemos um momento de estabelecer cotas para todo mundo, negros, índios, pobres, etc ... Nesse etcetera inclua-se, gays, lésbicas, eunucos, sem terra, sem teto....... O grande jurista Yves Gandra já disse que os que não se enquadrem nesse rol e não iniciarem um movimento no sentido de garantir suas cotas, serão excluídos de todos os segmentos de formação profissional e de exercícios de qualquer profissão. Viva a demagogia de nossos políticos irresponsáveis que criam meditas protecionistas para garantir o voto desses segmentos! Gente, vivemos num país capitalista onde predomina a iniciativa privada. Quem quer adquirir alguma coisa tem que lutar para isso. O governo, ao contrário do que muita gente pensa, não dá nada a ninguém, pois quando demagogicamente oferece alguma coisa, está fazendo com o dinheiro que suga dos segmentos produtivos. Tira do nosso suor para dar em troca de votos. Que falta de pudor! E o povo acha bonito quando um fanfarrão diz um monte de besteira na televisão anunciando que fará um milhão de casas para dar aos pobres. Meus Deus!. Tá comprando votos com o nosso dinheiro. Imagina se quem não tem sequer emprego vai pagar a prestação de R$ 50,00. Claro que não! Mas o governo bonzinho não vai executar o contrato. E nós trabalhadores pagando a conta. Chega de hipocresia! Vamos criar oportunidades para que o povo possa trabalhar e adquirir os seus bens sem a benesse do Estado. Tenho amigos negros, bons amigos, que estão revoltados com essas tais de cotas. Pois argumentam que se sentem ofendidos com elas. Dão o seguinte exemplo par bem configurar o constrangimento: Num vestibular para medicina um branco tira nota 80 e não passa, mas um negro tira 60 e passa. Forma-se médico e concorre a um concurso onde tem um reserva de cota. O branco tira nota 80 e não é aproveitado. O negro tira 60 e é admitido. Isso naturalmente criará no paciente uma preocupação. Se esse médico negro está aqui é porque tem menos capacidade do que o branco que tirou 80, portanto, estou correndo o risco de estar sendo atendido por um médico de qualificação inferior. Ta certo isso?
    Um abraço,
    Jaime
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  23. Cristina Portela
    03/04/2009 20:12

    O fato é que nem mesmo a constituição da república tem o poder de transformar um indivíduo nota 4 num ser nota 8: quem tem menos conhecimento continuará tendo menos conhecimento e quem sabe mais continuará sabendo mais. Entregar um diploma para um aluno que não consegue obtê-lo por mérito próprio não ajudará em nada. Isso é protelar o problema, pois na vida real ele terá que mostrar o que sabe e se não der conta do recado será deixado para trás. Quando alguém precisa de um profissional (seja qual for a área), não está preocupado com a raça ou posição social do indivíduo, o que se espera é competência... funciona assim até mesmo na hora de contratar um encanador, quem dirá na hora de contratar um médico ...
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  24. luc_1
    12/04/2009 13:47

    a descriminacao de negros começão por eles mesmo,pois eles mesmo se achao incapases de concorrer com o branco
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  25. Antônio
    12/04/2009 16:06

    Contra. Cotas não resolvem nada. O problema da educação no brasil tá na educação básica e não na superior
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  26. BENIGNO ARAUJO DIAS
    14/04/2009 10:46

    Quem recorre a “handicap” ou à “mão de ajuda” está admitindo que deveras é intelectualmente inferior. Esse tipo de “ingresso universitário transgênico” só vai reforçar o preconceito já existente contra essas escórias sócio-raciais supostamente beneficiadas. é uma espécie de “lei maria da penha” para salvar as aparências dos incapazes.
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  27. cornelius okwudili Ezeokeke
    24/04/2009 15:08 | editado

    Cotas nas universidades:uma forma de racismo ou inclusão?


    Eu acho que as pessoas estão confundindo ‘o sistema das cotas nas universidades’ com o programa do governo acelera Brasil,que pretende fazer com que os alunos estejam em nível escolar condizente com a sua idade.Quando leio as contribuições das pessoas,percebo que repetem pontificações supostamente endereçadas para as cotas nas universidades,mas que são na verdade a forma de repudiar a escola publica imprestável.Devo dizer que ao meu ver, essas questões são duas coisas diferentes:cotas nas universidades e o programa acelera Brasil.

    Por outro lado,digo para pessoas que se posicionam contrária as cotas nas universidades o seguinte: a questão principal dessa temática não é se os negros têm ou não a capacidade de ingressar numa universidade.A querela primordial é se as cotas nas universidades é uma forma de racismo ou a inclusão social?.percebo as varias contribuições que confere a essa discussão a dimensão que não possui(confusão com o programa acelera Brasil).Gostaria que fosse desfeita esse mal entendido e dizer para quem discorda das cotas, que realmente o panorama nos EUA deve ser seguida sim,se teve êxito,é claro que deve ser imitada(medidas afirmativas).Dizem também que, os negros e brancos vivem pacificamente no Brasil(?!)sendo assim,ninguém é proibido de freqüentar uma universidade por ser negro(!?).Essas pessoas também alegam que cotas prejudicam os brancos.

    Pois bem,tendo em vista a realidade dos negros na sociedade brasileira,indaga-se:Negros no Brasil têm oportunidades comuns aos brancos?,as cotas não seriam formas de pagar a divida histórica do colonialismo-escravista outrora vigente no Brasil?,ou ainda como forma de inclusão?.Se as pessoas concebem cotas como acentuação das diferenças, isso não seria uma forma de reconhecer que realmente o Brasil é sim um pais de racismo(embora de forma velada)?

    Eu como negro,de origem africana,devo dizer que sou a favor das cotas,porem não baseada em raça(pois só temos uma raça humana).As desigualdades sócio- econômicas existente no Brasil me faz defender as cotas como medida emergencial,até chegarmos a igualdade de fato.A igualdade no Brasil é um mundo de faz de contas,e isso descaracteriza os argumentos das pessoas que são contra por acharem que todos são iguais perante a lei.A pergunta pertinente é:será a lei igual para todos no Brasil?.muitos dizem(concordam)que o problema seja na base da educação,mas o que faremos enquanto não é corrigido o problema?,ficamos de braços cruzados ou amenizar a situação através de cotas,mesmo que seja como medida paliativa?.

    Eu concordo que ser contra cotas é ser contra igualdade(pessoas brancas),e ser contra cotas mesmo sendo negro configura-se em ideologização(projeção da ideologia dominante pelos dominados).A burguesia se apropria da temática para querer continuar com seus privilégios de classe mais letrada(pois o papai banca tudo,enquanto os negros têm que deixar de estudar para trabalhar cedo para ajudar na família).por isso e outras coisas que são poucos os negros que podem sentar nas carteiras duma universidade.A realidade demonstra que a questão transcende essas formas miópicas de enxergar as cotas,sem dar a devida credibilidade que merece(cotas).PENSEMOS NISSO!!!.
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  28. Milton Ruiz Jr
    24/04/2009 17:36 | editado

    Absolutamente contra.
    Todos são iguais independente de cor, sexo, religião etc. Se for considerar que os Negros são desiguais dos Brancos, então estará voltando ao pensamento do Século XVII, onde realmente eles eram tratado como objetos e não seres humanos. Negros e Brancos são iguais em direitos e deveres, não existe nenhuma diferença mental que torno o Negro incapaz de ingressar em uma Faculdade por méritos próprios.
    Esta solução adotada pelo governo serve apenas para tampar o sol com a peneira. Como já foi dito, o problema do Brasil esta no ensino básico, com escolas públicas fracas e sem segurança. O Brasil gasta muito dinheiro com políticos fazendo turismo pelo país, ao invés de investir na educação.
    O sistema de cota é contra a sociedade, mas favorável aos interesses do governo, uma vez que fará estatísticas positivas para o governo, mantendo o povo sem um conhecimento de verdade, possibilitando a estes políticos continuar no poder, através dos votos de quem não possui a capacidade de pensar pois não recebeu um treinamento para isso.
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  29. Cristina Portela
    24/04/2009 17:51

    ... papai banca tudo, enquanto os negros têm que deixar de trabalhar para estudar?
    ... cotas como formas de pagar a divida histórica do colonialismo-escravista outrora vigente no Brasil?

    Caro colega,

    Muito simplória (e até racista) essa visão de que branco não precisa trabalhar porque papai banca tudo. Esse argumento está longe de refletir a vida da maioria dos brasileiros, basta observar o mundo a volta pra perceber que tem muito branco trabalhando e estudando ao mesmo tempo (é o caso da maioria inclusive)!!!

    Esse negócio de dívida histórica também é outro argumento que não tem qualquer fundamento lógico. É muito curiosa a atitude de alguns negros brasileiros que se acham mais meredores das vagas universitárias, pois a grande maioria descende tanto de negros como de europeus; porém na hora das cotas, por conveniência, fazem questão de ressaltar a raça negra para obter privilégios. Portanto, se ter sangue europeu significa ser culpado por natureza, os negros também têm sua parcela de culpa.

    PENSEMOS NISSO TAMBÉM!!
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  30. marcelo cardoso
    24/04/2009 18:30 | editado

    Já que somos no íntimo combinações diferentes de uma mesma matéria, o que faz algumas pessoas pensarem que são melhores ou piores do que as outras, baseadas em coisas tão descabidas como o assunto em tela, ora posto para discussão.

    Cientificamente sabe-se que a cor da pele depende da quantidade de melanina que o organismo é capaz de produzir.

    Agora, pensando bem, faz algum sentido julgar o valor de uma pessoa pela quantidade de melanina que sua pele produz?
    Qual o mecanismo que induz o ser humano a louvar MELANÓCITOS E A DESPREZAR NEURÔNIOS?

    As UNIVERSIDADES do nosso Brasil, berços de conhecimento e de produção científica, deveriam incondicionalmente saberem, que o importante é julgar o mérito intelectual de cada vestibulando, selecionando os mais aptos e com o perfil que os seletivos pretendem alcançar. Destarte, é no mínimo estranho, que tais universidades compactuem com determinada posição do governo. Não é dessa forma, que o Brasil vai se redimir pelos sofrimentos que viseram passar os negros escravos, sob a batuta dos senhorios à época, tentando assim, amortizar a dívida que tem com a classe negra do país.

    Vamos imbuir esforços, desembanhar as espadas juntos, e caí na luta, para acabar com a tentativa de, mais uma vez, estratificar a nossa já tão dividida sociedade. De resto, é necessário que se faça de imediato, a criação de quotas sociais em detrimento das de negros, aí sim, teríamos uma garantia constitucional, qual seja, "tratar os iguais como iguais, e os desiguais na medida que se desigualam". Uma ótima posição defendida pelo nosso eterno intelecto Ruy Barbosa, e recebida de muito bom grado pela nossa Carta Magna/88.

    Esse é meu posicionamento, declinei aqui o que penso sobre a "absurda" quota de negros nas universidades. O que se faz necessário no momento, é uma política voltada para o alicerce do ensino, só assim, teríamos estudante com paridade de armas para disputarem as escassas vagas no ensino superior e a posteriori criar vagas superiores gratuitas quantas forem necessárias para atender a demanda dos nossos estudantes; pode parecer utópico, mas "somos brasileiros, e não desistimos nunca" de ver um país mais digno de se viver!!!
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  31. cornelius okwudili Ezeokeke
    24/04/2009 21:52

    Longe demim querer dizer que é todo branco que não precisava trabalhar para estudar,porém,vamos falar da proporcionalidade:quantos brancos que realmente precisou lagar os estudos para poder sustentar a sua familia?.É claro que a situação deplorável dos Negros no Brasil se deveu a realidade colonial em que viveram e continuam vivendo de forma velada.A divida histórica que o Brasil tem para com o povo Negro é impagável e nem com as cotas se poderá pagá-la.Carece de fundamentação lógica os discursos contrários e que tende a depreciar esse mecanismo que se achou em tentar fazer justiça á quem é de direito.Ao amigo marcelo digo,se devemos tratar os iguais de forma igual e os desiguais na medida em que se desigualam,então devemos defender as cotas,pois de fato os negros que são a maioria dos pobres desse pais,não são iguais concretamente,senão hipoteticamente na carta magna do Brasil.Digo,é uma hipótese e não é um fato!!!.
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  32. Milton Ruiz Jr
    25/04/2009 18:42

    então a questão não é conta pelo fator raça, mas sim situação financeira, pois muitos brancos não tem a mínima condição de bancar uma faculdade paga, mas também não tem cota.
    mais uma vez o problema é a falta de um ensino básico decente para os brasileiro. afinal, nos EUA também houve escravidão, e um negro é o presidente daquele país, ou será que nas eleições presidenciais dos EUA também tem sistema de cotas?
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  33. cornelius okwudili Ezeokeke
    26/04/2009 01:09

    Eu tenho certeza que o fator financeiro tem influência para se determinar quem vai ser beneficiado nas cotas.Não é só os negros que têm sido beneficiado:tanto os negros bem como os brancos pobres têm essa chance de ser contemplado.Concordamos que o principal problema esteja na base da educação,mas o que faremos?ficar só no discurso,sem ação prática como as cotas?.Houve sim escravidão nos etados unidos,porém se o amigo não sabe,o modelo de escravidão é muito diferente!.Lá,os ingleses implantaram outro tipo de exploração,uma vez que os colonos emigraram para ter uma nação que eles charmaram de pátria,enquanto aqui foi implantada colono só de exploração e degradação,capitaniada pelos deserdados e criminosos de portugal.Essa é a diferença entre a escravidão brasileira e americana.E.U.E tem um negro presidente hoje porque lutaram por isso e o Brasil pode muito bem imitar coisas boas dos outros paises.
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  34. Marina_1
    26/04/2009 14:58

    Rebeca,


    São pessoas como você que fazem o país avançar... Arregaçar as mangas e estudar, trabalhar, crescer, especializar-se, melhorar a cada dia.
    Não é respeitoso para o próximo - branco, pardo, negro ou mulato - ficar "arquitetando" uma maneira de como se dar bem utilizando-se do "jeitinho brasileiro", simplesmente, pela cor da pele.

    Parabéns Rebeca,

    por sua carreira e pelo testemunho o qual evidencia que por meio de cotas (pela cor da pele) não iremos resolver o problema da educação no Brasil, pois, está mais que claro que a educação básica, sim, é que deve receber um melhor tratamento.
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  35. ney roriz
    29/04/2009 16:54 | editado

    Para esquentar o debate que aqui é claramente 90 % contra cotas africanistas ... ( e eu sou totalmente contra )tínhamos hoje que ter um racista negrista revanchista que , como auto-intitulado herdeiro do sofrimento de alguns negros , não raramente sofrimentos iniciados por outros negros .... Viesse aqui vingar seu ódio ancestral nas costas dos milhões de mestiços claros que somos , querendo este brasileiro ressentido beneficiar irmãos brasileiros afro-isso ou afro....
    Jogando-os por artifício por cima do muro da universidade feita por todos nós claros ou escuros , e usando cotas contra a real oportunidade dos mais dotados ...
    Vamos dar corda nos racistas afro-revanchista até que alguns voltem ao continente do qual temos muitas heranças culturais e lá vejam as raízes desta escravidão lá , lá nos seus parentes ( meus também ) veja lá quais devem pagar pelos crimes contra seus vizinhos étnicos .
    Hoje ainda há lá naquele berço continental da negritude as mais indignas intolerâncias e os rastros criminosos de culturas selvagens e cruéis fraticidas
    em contraste com nosso maravilhoso e orgulhosamente mestiço brasil filho de mestiços como os portugueses que por anos viveram sob impérios de homens escuros do oriente .
    Que a cor da Santa do Brasil nos livre destes vingadores que querem punir nossa ancestralidade clara sem punir mercadores negros de escravos seculares , sem punir crimes de negros de todo tipo que como existem heróis negros de nosso brasil são
    apenas passado , passados para serem pensados mas nunca usados contra os inocentes de hoje ...Ninguém pagará por crimes de raças ou etnias sejam judeus , árabes , romanos , tamoios , , tapuia , tupiniquins , bantus , zulus , arianos , germânicos , ibéricos , mouros , do PT ou PSDB etc ...Fico a vontade pois sou mistura de tudo isso e nunca isso me deu ou tirou nada .... Universidade não é para todos , muito menos serve para vingar descendentes de escravizados pois todos os povos foram escravos ou escravizaram e os negros são os que mais agiram dos dois lados desta maquina nojenta .
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  36. cornelius okwudili Ezeokeke
    29/04/2009 19:09

    Em primeiro lugar,gostaria de relembrar para o sr Ney, que ninguém está aqui para esquentar nada,até porque isso não era o intuito dos idealizadores desse fórum.Estamos aqui para tecer reflexões que nos ajude a percebermos a situação dos Negros e outras minorias na sociedade Brasileira quando se fala em educação.Somos desafiados a transcender os discursos sem fundamentos de algumas pessoas que se aproveitam dum fórum sério como esse para veicular suas idéias infundadas.No minimo,carece de conhecimento histórico quém tenta comparar a escravidão que existiu nas tribos africanas com a esravidão dispensada pelos portugueses contra os africanos,arracados das suas aldeias e familias.Sabe-se que o tipo de escravidão que fala o sr Ney não impede a reinclusão dessas pessoas nas tribos posteriormente.Isso é apenas um espécie de escravos de guerra,capturados num ato de guerra.Enquanto a mito da suposta selvageria dos africanos,só posso dizer ao sr Ney que os africanos não são mais selvagens que os Europeus,que são as causas dos conflitos na africa,devido ao praga do colonialismo.Só existe selvageria lá porque os colonialistas implantaram isso.Ninguém está querendo vingar ninguém,ocorre apenas que tem gente que embora diz que tem cultura,entretanto percebe a realidade de forma miópica,reprojetando atitudes preconceituosas em relação aos outros.Percebe-se pelas colocações que o autor não passa de um ignorante embora diz ter formação universitária.Ninguém pagará pela injustiça cometida contra quase a metade do povo Brasileiro pois existe pessoas como o sr,que não sabe de onde veio e que não tem um minimo de escrúplo para dizer barbaridades dessa num fórum.(que os heróis Negros são apenas do passado).Indaga-se então se o mesmo é verdadeiro em relação aos heróis brancos ?.Pude entender que o sr não tem interesse de contribuir para enriquecer essa temática,senão teria que voltar a estudar a História do Brasil.As colocações nos ajuda a reconhcer que o sr não quer ingresso dos mais pobres na universidade por pensar que as universidades só foram feitas para os burgueses,ou áqueles que já se acham vencedores e agora fazem parte do sistema.Neste sentido,fingem que defendem a sociedade ao se posicionarem contrária ás cotas(com falsa idéia de igualdade de todos) perante a lei.Sua cor nunca tirou nada do sr e nem acrescentou,porém,sabe-se que isso já prejudicou grande maioria deste pais.Quando negarmos esse dado comprovado no dia-dia, é porque somos preconceituosos ou racistas.As pessoas que são a favor das cotas,reconhecem que para se candidatar para uma das vagas,tem que cursar na escola pública,ter renda familiar inferior a três salários minimos e principalmente passar no enem(o que não tão fácil).Então os discursos de que os cotistas não sabem nada não procede.Esses argumentos demonstram falta de conhecimento de causa.Para que o sr possa ter idéia,antes de insinuar que sou racista,eu não sou Brasileiro,sou estrangeiro(que fala inglês),racistas são pessoas como o sr!!!.
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  37. Cristina Portela
    29/04/2009 20:21 | editado

    Aqueles que reclamam privilégios sob o argumento de uma dívida histórica, deixam de observar que o Brasil, apesar de todos os defeitos, ainda oferece melhores condições de vida do que os países africanos.

    Infelizmente a maioria da população africana enfrenta problemas muito mais graves que os nossos (falta de redes de esgoto na maioria das comunidades, falta de hospitais, escolas de péssimas qualidades, guerrilhas constantes aterrorizando as famílias etc)

    Por incrível que pareça até mesmo no quesito corrupção a África consegue nos superar (inclusive um dos homens mais ricos do mundo - saiu na forbes - é um político africano negro .... dá pra imaginar como ele conseguiu fazer fortuna). Pois é, lá também tem gente que enriquece explorando os menos favorecidos.

    Enfim, avaliando a nossa situação de vida num contexto maior, está evidente que o Brasil oferece mais oportunidades do que os países africanos; portanto, há mais razào para agradecer a condição de brasileiro do que para ficar se fazendo de vítima.

    Cotas raciais é uma falta de respeito com os negros, pois indica uma suposta desigualdade intelectual (tratar igualmente os iguais e desigualmente os desiguais).
    Todos somos brasileiros e pagamos nossos impostos, assim, já que não dá pra colocar todo mundo na universidade pública que pelo menos o estado ofereça as mesmas oportunidades de ingresso para todos.
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  38. cornelius okwudili Ezeokeke
    29/04/2009 22:19 | editado

    Concordo contigo ao dizer que o Brasil é melhor que maioria dos paises africano e que lá existe outrossim politicos corruptos igual ou até pior que o Brasil.Mas querida amiga,isso não é o foco da nossa discussão.O fato que na áfrica possa existir mais corrupção que no Brasil não isenta as pessoas da suas obrigações de rechaçar tal absurdo.O seu argumento não desmente a minha preocupação para que a sociedade Brasileira acerta,incluindo os seus cidadões educacionalmente através das cotas.Embora concordo com você ao dizer que a situação na áfrica é muito pior,isso não queira dizer que esteja certa em jogar isso na minha cara como africano.Isso apenas demonstra que não tem argumentos válidos para se posicionar contra as cotas.A falta de respeito é o fato de você não ter tido tato em dizer o que você falou da áfrica,mostrando a sua ignorância.A desigualdade que nos referirmos não é a de intelectual,mas as desigualdade sócio-econômica que fazem com que os Negros e as minorias sejam excluidas em todos os sentidos.Se não dá para colocar todo mundo na universidade,então suas palavras são contraditórias:pois é isso que a carta magna do Brasil prevê ao dizer que todos têm direito á educação,se tudo mundo tem as mesmas oportunidades para ingresso na faculdade,como se explica o fato de que maioria excluida é o Negro e o pobre?.Pensemos bem antes de falarmos qualquer coisa sob pena de nos mostrarmos verdadeiramente quém somos.Racistas ,discriminadores ou ignorantes!!!.
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  39. BENIGNO ARAUJO DIAS
    30/04/2009 11:19

    Em 03/12/1967, Dr. Christian Barnard, realizou o primeiro transplante de coração da história. O pai daquela façanha é filho duma nação africana, onde apenas 24% da população é formada por gente branca (boers, anglodescendentes etc). A África é habitada quase que em sua totalidade por negros. Qual era a cor do Dr C. Barnad?
    QUOTAS, para quem quer que seja, significa uma gazua (chave falsa) para adentrar o mundo acadêmico. Devemos defender o mérito pelo QI=Quota Igualitária.
    Esse tal programa de aceleração transformou as escolas em uma formadora de arrivistas – equivale à escolarização da “Lei do Gerson”. -Como é que um estudante de hoje vai ser um cidadão honesto amanhã, se a sua própria graduação escolar foi uma fraude? Agora, se a preocupação for embelezar os quadros estatísticos da UNESCO e MEC, tudo bem! Mas são algarismos que não representam números.
    Porquanto, se alguém lhe oferecer uma Cota ou Quota, sinta-se diante da oferta de um traficante, cruze os dedinhos e retruque: VADE RETRO SATANA!
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  40. Milton Ruiz Jr
    30/04/2009 17:28

    caro Conelius, vc ja deixou muito bem claro dentro deste forum que a grande questão é o quesito financeiro e nao racial, portanto, nao cabe aqui dizer que as cotas são dividas de uma sociedade eurpoia para com o africanos. Como vc já, a colonização brasileiro foi diferente da americana, contudo o escravo aqui sofria o mesmo tratamento que o de lá, quanto aos africanos, hoje, eles são muito mais mal tratados lá do que aqui.
    cotas para negros em um país onde a maioria da população é mestiça é o mais alto estágio de hipocrisia que o governo poderia atingir tentando maquiar os indices educacionais. As cotas não são uma preocupação com os erros do passado, mas uma tentativa de fantasiar o futuro.
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  41. Edison
    02/05/2009 01:32

    Mesmo aquele que entra pelo sistema de cotas pode muito bem se tornar um ótimo aluno. Se lhe faltava conhecimento, era porque não havia tido oportunidades antes.

    Uma vez na Universidade, pode recuperar o tempo perdido e ultrapassar os que obtiveram colocações melhores. Sou a favor das cotas, sem desmerecer os desfavorecidos que venceram sem esse auxílio.

    Abraços...
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  42. ney roriz
    06/05/2009 02:40

    A carapuça foi pega e auto-colocada por alguém . E eu brasileiro de muitas décadas , muitas gerações de mestiços felizes e bem destacados em nossa cultura mistura carioca , , nem disse o nome do querido gringo pois sempre recebemos muito bem como cariocas que buscam ter um pouquinho desta receptividade , empatia e simpatia das muitas culturas brasileiras muito mais ricas por serem mestiças felizes sem preconceito e revanchismo doentio e amargo .
    Nunca precisei estudar História por obrigação , sempre fui técnico e aos 15 anos já era desenhista técnico , mas , bom em ciências exatas , ótimo em desenho e matemática , sigo a maioria da minha família : nunca abandonei as Artes e a História . EU pago meu tempo e meu dinheiro para ter o prazer de estudar , arte , política e história ...mesmo que aparentemente eu não precisasse de nada disso para sair do Morro da Primavera como um mestiço pobre do meio de tantos outros mestiços meus amigos e receber patente de oficial de artilharia do Exercito Brasileiro e engenheiro civil U F R J . Poucas coisas me irritam tanto quanto racismo , mas o racismo revanchista acho muito pior . Um racista sempre vê um mestiço como uma pessoa que não sabe de onde vem e que não conhece história . Claro que ainda tenho muito a falar de mim , como poucos negros , brancos ou verdes ou desbotados poderiam falar de si mesmos ... eu sou Ney Roriz muito conhecido e tenho pouca cultura , mas minha arte e cultura carioquistas valeram eu ser homenageado por duas vezes por duas escolas de samba como enredo ... enredo EU : VIAJANDO NOS SONHOS DE NEY RORIZ SEM MEDO DE SER FELIZ e outro foi =
    IA !! IA !! IA !! RIMA FELIZ NEY RORIZ ARTE E ENERGIA ..... REPITO : tenho orgulho da minha mistura racial e cultural mas graças ao meu Brasil a minha cor e ou raça nunca me dão nada de direito alheio e ou tiram de mim para outros . Os sonhos de Ney Roriz é que todos sejam respeitados e ajudados se necessitados e , muito mais , se bem dotados , não sejam perdidos sem ajuda de todos nós e independendo de cor ou revanchismo ...( passadismo retrógrado ) ...
    A rima feliz do IA são das atividades em que sou muito conhecido e bem sucedido :
    Cenografia , Engenharia , Alegoria , Coreografia , Democracia , e mais sem rima
    Iluminação teatral e de cinema e TV , arquitetura promocional , escultura e pintura , desenho e caricatura e mais .... reafirmo aos gringos amigos de qualquer coloração que os negros mais que os brancos e os árabes vendiam mais que compravam negros e os conduziam por desertos com a maior naturalidade matando de 50% a 80% dos escravos e os vendiam magérrimos no oriente onde vendedores e compradores não tinham o menor problema em esconder da história que negros e árabes muito antes de brancos azedos ou mestiços portugueses traficavam muito mais . Estou falando de cotas para negros por isso estou mostrando o passado pesado , mas que para mim é só passado sim , mostro o passado de negros que mataram negros vizinhos e até brancos ... mas se fossem cotas para brancos eu falaria da selvageria branca abundante e a compararia com culturas maravilhosas de homens de pele escura do passado e de hoje como a de alguns dos meus alunos , mestres , parentes , amigos e fãs. ( já presidi a associação das escolas de samba rj )
    Quanto ao ser eu ignorante lembro que na ESCOLA NACIONAL DE ENGENHARIA UFRJ EU ERA LÍDER ESTUDANTIL diretor social e de propaganda . No EB EXERCITO , ALÉM DE CUIDAR DAS RELAÇÕES PÚBLICAS , DA BIBLIEX E DO IME ... Criei e projetei dois maiores eventos públicos da história do Brasil com recorde de tamanho e de público ( AS EXPOEX ) no Ibirapuera e Pavilhão de São Cristóvão e nestes dois mega -eventos milionários fui muito bem pago para contar nossa HISTÓRIA DE MISTURA ÉTNICA HERÓICA .... mas repito ... "erros ou acertos de nossos antepassados não podem ser vacina ou passaporte para ficarmos dentro ou fora da universidade ". Para um gringo de pouca sacudidela neste nosso liquidificador do amor inter-racial podem faltar algumas rotações para entender que nunca pensei nem disse que só os heróis negros são do passado ... eu digo com as palvras mestiças cariocas que os que venderam gente e os heróis de qualquer etnia devem ficar no passado sem pesar nos direitos de seus netos .
    Da próxima trasncrevo um enredo meu de 1968 no especial ( O OURO ESCRAVO )
    Mensagem inadequada
  43. ney roriz
    06/05/2009 03:01

    DESCULPEM EU REPETIR MINHA FALA DA SEMANA PASSADA MAS É OPORTUNA E VAI PRE ASSINADA ney roriz o mestiço feliz do BRASIL >>>>Para esquentar o debate que aqui é claramente 90 % contra cotas africanistas ... ( e eu sou totalmente contra )tínhamos hoje que ter um racista negrista revanchista que , como auto-intitulado herdeiro do sofrimento de alguns negros , não raramente sofrimentos iniciados por outros negros .... Viesse aqui vingar seu ódio ancestral nas costas dos milhões de mestiços claros que somos , querendo este brasileiro ressentido beneficiar irmãos brasileiros afro-isso ou afro....
    Jogando-os por artifício por cima do muro da universidade feita por todos nós claros ou escuros , e usando cotas contra a real oportunidade dos mais dotados ...
    Vamos dar corda nos racistas afro-revanchista até que alguns voltem ao continente do qual temos muitas heranças culturais e lá vejam as raízes desta escravidão lá , lá nos seus parentes ( meus também ) veja lá quais devem pagar pelos crimes contra seus vizinhos étnicos .
    Hoje ainda há lá naquele berço continental da negritude as mais indignas intolerâncias e os rastros criminosos de culturas selvagens e cruéis fraticidas
    em contraste com nosso maravilhoso e orgulhosamente mestiço brasil filho de mestiços como os portugueses que por anos viveram sob impérios de homens escuros do oriente .
    Que a cor da Santa do Brasil nos livre destes vingadores que querem punir nossa ancestralidade clara sem punir mercadores negros de escravos seculares , sem punir crimes de negros de todo tipo que como existem heróis negros de nosso brasil são
    apenas passado , passados para serem pensados mas nunca usados contra os inocentes de hoje ...Ninguém pagará por crimes de raças ou etnias sejam judeus , árabes , romanos , tamoios , , tapuia , tupiniquins , bantus , zulus , arianos , germânicos , ibéricos , mouros , do PT ou PSDB etc ...Fico a vontade pois sou mistura de tudo isso e nunca isso me deu ou tirou nada .... Universidade não é para todos , muito menos serve para vingar descendentes de escravizados pois todos os povos foram escravos ou escravizaram e os negros são os que mais agiram dos dois lados desta maquina nojenta .
    OBSERVEM NAO CITEI NOMES DE AFRICANOS , PORTUGUESES OU BARSILEIROS EXCETO O MEU MESMO QUE É NEY RORIZ , SOU ENGENHEIRO , CENÓGRAFO , ILUMINADOR , ARTISTA PLÁSTICO
    AGENTE CULTURAL DE GRANDES EVENTOS HA MAIS DE 40 ANOS ....
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  44. cornelius okwudili Ezeokeke
    13/05/2009 17:24

    Caros amigos,começarei hoje citando Roland corbisier em formação e problema da cultura brasileira que assim reza:"não nos parece ser outra a missão das novas gerações brasileiras o descobrimento do pais,tomar consciência de sua realidade,de seus problemas,e forjar a ideologia capaz de configurar o seu futuro,promovendo o seu dsenvolvimento e a sua emancipação.Não temos outra coisa a fazer,senão inventar o nosso destino,construindo uma cultura que seja a expressão,a forma adequada do novo brasil que devemos criar.Sabe-se que o complexo colonial,no qual de 04 séc,implicava a imposibilidade de se tomar consciência critica acerca dessa realidade"Somos desafiados a refletirmos sobre a realidade para poder mudá-la e a realidade que se pretende mudar é a exclusão educacional,nessa acepção, faz-se necessário a instituição das cotas.É risivel a insinuação de que as cotas legitimariam ou demonstrariam a incapacidade dos negros ou qualquer outa minoria beneficiada.O argumento que as cotas rotulam quem é superior ou inferior não deveria existir,pois isso não tem cabimento lógico.Nas colocações,os anti-cotistas pensam equivocadamente que as pessoas que ingressaram nas universidades através das cotas eram menos preparadas(o que é uma tremenda mentira).As cotas servem para os estudantes que sonham em continuarem seus estudos,e obter seus diplomas,garantido na constituição.Ninguém pensa as cotas numa perspectiva de mágica ou panacéia para o problema da educação no pais.
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  45. ney roriz
    13/05/2009 21:49 | editado

    Parabéns !! As pessoas voltaram a falar e eu defendo que cada um tenha e exponha suas idéias , mas temo muito as ideologias como engenhos para construir algo racional lógico ( matemático) mas que tenha ética empática universal .
    Em 1968 um enredo de minha autoria era única nota 10 entre as 10 grandes escolas de samba da época . Foram parceiros no samba normi de freitas (um preto azulado )e jair mulato e presidente da escola era um inspetor federal (preto mesmo ) . Qualquer enciclopédia de samba da internet tem esta obra mas vou transcrever em homenagem ao 13 de maio . Mas sem Cotas
    O ouro escravo
    Do homem africano ressaltamos o valor ---------------------
    nestas páginas marcantes que a em cima da hora desfolhou .
    O ouro escravo do tempo do brasil colonial ---------------
    brilha nos anais desta história -----------
    que apresentamos neste carnaval ----------------------------

    Solto no campo , na serra ou junto ao mar
    o índio bronzeado mal podiam escravizar ------
    enquanto o negro era o mais sacrificado
    na condição de escravo trabalhando sem ganhar .......
    À toda crueldade resistia ... ó como o negro sofria

    A exploração era geral , na mineração e até no meio vegetal ....
    O pau brasil !!!!! ------ de um século para o outro sumiu ----------
    transformado em anilina enriquecendo o tecido ----
    que o colo de ricas damas cobriu .....----------

    E as montanhas de esmeralda
    E as montanhas de esmeraldas e as pepitas brilhantes ....----
    aumentavam a ambição dos aventureiros bandeirantes ....
    E o negro trabalhava --------------------
    e o negro trabalhava nesta terra exuberante _______
    tratava da plantação na lavoura verdejante -------------

    Sonhar , lutar , viver e trabalhar --------------------

    nosso homem africano era braço produtor ------
    que bem tarde a lei áurea libertou

    os versos são pobres de estilo , mas a forma e conteúdo em pleno AI 5 foi uma ópera popular representada por 2000 pessoas , sendo mais de 500 pretos e uns 1300 mulatos médios e assistidos e aplaudidos por dezenas de milhares de negros e mestiços ao vivo e milhões por tv.
    Nesta época o homem , o trabalho e a exploração eram o foco e não a cor . Como artista exagerei nas cores e é claro que índios eram massacrados .Mas o negro ( chamei africano ) , mais ainda os mulatos , embora fossem uma das partes mais baixas e massacradas deste sistema , tinham representantes na estrutura aparelhada para dominar ( feitor , capataz , capitão do mato , soldado etc ) . Sem falar que Reis Africanos negociavam com os europeus e orientais inclusive escravos . Naqueles tempos índios contrabandeavam com franceses ,holandeses e outros e mesmo nas guerras era difícil saber quem era estrangeiro ,brasileiro ou carioca mestiço como eu . Eram mal tratados , torturados e imapagos , mortos , expulsos , soldados , degredados , ciganos e mestiços de todo tipo mas como os índios estas peças eram de difícil manejo e principalmente na agricultura latifundiária de monocultura como em todo o mundo o afro foi mais usado e sem a relação sócio cultural urbana carioca , aqui onde pintores e historiadores registraram como já se confundiam as cores da pele nas casas e nas ruas , no paraíso dos mulatos , o rio rj que eu amo .
    E não é por acaso que alforriados , fugitivos ou homens que tornaram-se livres de todos os matizes convergiram para este caldeirão social abolicionista onde defendemos o estudo , o trabalho feliz e o lazer de convívio popular . ( maracanã , praia e carnaval). Sem cotas .
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  46. LUIZ CLÁUDIO GONÇALVES
    14/05/2009 10:32

    Senhores bom dia. O assunto foi agravado por polêmicas, e creio que devido a vontade de beneficiar a um segmento da sociedade que no passado sofreram todo tipo de humilhação e tratamento degradante, foi instituída a citada cota racial. NÃO CONCORDO COM ELA, mais sim sou totalmente a favor de uma correção que a transforme em COTA SOCIAL, que venha beneficiar aquele cidadão que não tenha COMPROVADAMENTE condições de arcar com sua mantença, cuja renda familiar não lhe permita frequentar a um curso superior.
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  47. Cristina Portela
    14/05/2009 14:21

    Se algum cotista acredita que ganhar a vaga, com muiiiito menos esforço que os demais, lhe garantirá automaticamente um futuro promissor, esqueça... na universidade não existe uma pílula mágica que transforme um aluno nota 4 num aluno igual ao nota 8 (o sujeito q entrou mal formado sairá mal formado, pois a universidade não voltará no tempo para ensinar o q o aluno já deveria saber e nào sabe)

    Se o aluno teve uma formação ruim deveria exigir escola pública melhor ... ou então fazer um esforço pessoal (como muitos) e estudar além do que a escola pública exige. Se a pessoa tem vontade de estudar consegue livro até de graça...estuda de madrugada, final de semana, se for preciso.

    Pra fazer universidade de verdade tem que ter um mínimo de preparo intelectual que só se adquire estudando. Quem faz a universidade ser boa (ou não) são os alunos, não os políticos que ficam dando vagas para iludir aqueles que acreditam em atálhos para a rápida ascençào social (doce ilusão). É que se o aluno é bom, qse sempre ele é mais exigente com a qualidade do aprendizado, não se contenta só com diploma pq sabe que um diploma vazio não servirá pra nada.

    Por isso é que as vagas das universidades deveriam ser preenchidas segundo a capacidade intelectual de cada um e não segundo a cor ou condição social, pois a universdade não é órgão público destinado a fazer caridade e propaganda politica ... pelo menos nào deveria ser... pra essa finalidade existem outros meios.
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  48. cornelius okwudili Ezeokeke
    14/05/2009 15:47 | editado

    Cotistas atingem notas mais altas em 27 cursos.

    A pedagoga Claudete Batista Cardoso defendeu uma tese de mestrado pela Faculdade de Educação da Universidade de Brasília (UnB) cujo tema disserta sobre o desempenho de cotistas no exame de seleção para ingresso na instituição e posterior aproveitamento dos estudantes.

    A monografia intitulada "Efeitos da política de cotas na UnB: uma análise do rendimento e da evasão" identificou que em 27 cursos os negros que entraram pelo sistema de cotas somaram notas mais altas que alunos ingressantes pelo sistema universal. A UnB reserva 20% das vagas do vestibular para candidatos afrodescendentes como forma de promover a inclusão.

    O melhor desempenho foi registrado no curso de Música, onde os cotistas tiveram índice de 19% a mais de aproveitamento que os demais alunos. A graduação em Matemática aparece em segundo lugar, com diferença de 15%, enquanto que o curso de Artes Cênicas apresentou 14% de disparidade. Ciências da Computação atingiu um percentual de 13% e a Licenciatura em Física, 12%. Nos cursos de Desenho Industrial, Letras/Espanhol e Pedagogia o rendimento foi igual. Nas 31 graduações restantes, as notas foram inferiores.

    Um balanço geral dos três grandes grupos de cursos aponta que o desempenho dos cotistas negros tende a ser maior nas graduações da área de Humanas, o mesmo acontece nos cursos de Ciências da Saúde. Em relação aos cursos de Exatas o aproveitamento dos afrodescendentes é mais baixo.

    O bom desempenho ocorre com mais evidência nos cursos de Humanas porque são as graduações em que muitos cotistas atingiriam notas suficientes para passar no vestibular, sem a reserva de vagas, mas as notas também vêm do esforço para manter o lugar na instituição.

    Na área de Saúde, a explicação seria semelhante. “A seleção é difícil e quem consegue entrar é uma elite”, afirma Claudete. Em Medicina, Odontologia e Nutrição, que estão entre os mais concorridos no vestibular, a diferença entre as notas no 1º semestre do curso foi de apenas 1%. Em Educação Física , também compreendida na área de Saúde, a diferença é de 2% e, em Farmácia, de 3%. Clique aqui para saber em que cursos os cotistas se saem melhor ou pior.

    Exatas

    O estudo mostra as dificuldades dos alunos que ingressaram pela reserva de vagas em acompanhar os colegas nos cursos de Exatas. Em Engenharia Civil, os cotistas tiveram notas 41% menores; em Engenharia Mecatrônica, 32%; em Engenharia Elétrica, 12%.
    Segundo a pedagoga, o rendimento baixo pode ter como causa a educação deficiente de matérias que envolvem cálculo durante o ensino médio, conhecimento fundamental para esses cursos. “A base fraca de raciocínio matemático faz falta na universidade para os alunos desses cursos”, diz.

    Preferidos

    A pesquisa identificou que os cotistas procuram as graduações de menor prestígio social. Dentre as três grandes áreas, as campeãs são aquelas menos concorridas e com menor nota de corte. A pedagoga adquire essa opção à maior possibilidade de ingresso no curso, mas prevê que a escolha por curso com maiores chances de aprovação não é necessariamente consciente. No vestibular de 2006, 10,12% dos candidatos concorreram pelo sistema de cotas, sendo 14,3% na disputa de vagas em cursos de baixo prestígio e 6,9% nos de alto prestígio.

    Desistência

    O estudo também revela o índice de evasão dos cotistas negros. No 2º semestre de 2006, quando o primeiro grupo de cotistas cursava o segundo ano de faculdade, o percentual de desistência dos alunos negros era de 15,7%, enquanto que entre os alunos do sistema universal o índice atingia 17,5%. Já para a turma de afrodescendentes que ingressou no 2º semestre de 2005, no primeiro ano de UnB, o índice de evasão foi de 9,7%, contra os 16,1% do sistema universal.

    Segundo a pesquisa, a reserva de vagas tem conseguido trazer mais negros para dentro da universidade, mas Claudete sugere ações para que as deficiências levantadas sejam sanadas. “É preciso ver que dificuldades eles enfrentam e propor uma forma de acompanhá-los, por exemplo, com tutores, para que eles acompanhem os outros alunos”, afirma.

    *Com informações da Secretaria de Comunicação da UnB




    Por Gabriele Alves
    GOSTARIA DE RESPONDER OS ANTI-COTISTAS COM ESSE ESTUDO E SEUS RESULTADOS,MOSTRANDO SER FALÁCIA OS ARGUMENTOS QUE VISA SUGERIR QUE OS COTISTAS ERAM MENOS PREPARADOS.
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  49. BENIGNO ARAUJO DIAS
    14/05/2009 16:37

    Gente! Por isso mesmo é que está havendo uma debandada louca dos homens brasileiros pela opção de virarem “cotas”. Os “cotários” querem “bola na lona” em tudo a que concorrem.
    Vejam só, esta história burlesca: minha prima, histerilene, por puro interesse econômico-financeiro, casou-se com um negão de 1,92m, pontuação 45, nariz adunco etc. De pronto, o seu relacionamento foi-se desgastando. Então, ela conheceu o japonês, minitaka. Agora a capivara luta no procon, exigindo seu direito de portabilidade peniana com o mesmo número do antecessor.
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  50. Luiz Antonio Simões
    14/05/2009 16:57

    Sem querer botar mais lenha na fogueira, gostaria de por uma luz nessa história. Estão confundindo e, de certa forma igualando, o negro ao pobre. Assim como há negros na escola pública há brancos e, assim como há brancos na escola particular, há negros. Conclusão: se o objetivo é minorar a diferença de oportunidade de ingresso numa faculdade pública, a cota deveria ser para alunos de escolas públicas e não para negros, mulatos, índios, amarelos, vermelhos ou sei lá que cor mais venham a inventar.
    Na escola da minha filha (particular), foi passado um questionário para que os alunos respondessem qual a cor deles. Sinceramente, achei por bem somente jogar fora o questionário e torcer para que a razão volte.
    Em tempo: não se constrói uma nação forte, livre e pujante rotulando as pessoas pela cor e sendo, elas, objeto de barganha politica. Que tal tentarmos educação de nível elevado e acessível para todos ?
    Obrigado.
    Mensagem inadequada

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